Resultados 1 - 8 de 8 resultados encontrados para 'o jogo da minha vida'


Postado por Paulo André em 14/02/2012 às 13:04h


Histórias de um zagueiro - Meu livro no Lance!

Histórias de um zagueiro - Meu livro no Lance!

 

O texto abaixo foi publicado no Lance! de hoje, 14/02, na coluna do João Carlos Assumpção. Achei bacana e quis dividir com vocês!

Abs
P.A

\"\"VALE A LEITURA

HISTÓRIAS DE UM ZAGUEIRO

Costumo dizer que faltam bons livros de futebol. Um que irá chegar às livrarias nas próximas semanas preenche uma lacuna não só por ter sido escrito por um jogador que vive a experiência de quem está lá dentro, mas principalmente por servir de reflexão para qualquer profissional que trabalha direta ou indiretamente com o meio. “O Jogo da Minha Vida: Histórias e Reflexões de um Atleta”, do zagueiro Paulo André, que comandou a defesa do Corinthians em jogos decisivos do Brasileiro de 2011, ilumina aspectos do esporte pouco tocados pela mídia. O trabalho da base, as peneiras, os estudos, a concentração, os amigos, os bons e maus profissionais, a dificuldade de adapta ção, as escolhas, nossas e dos outros, o acaso...

Quantos jogadores como Paulo André não saem de suas cidades, ficam longe das famílias, não curtem a adolescência e vão tentar a sorte no futebol passando anos em alojamentos? Quantos não colocam no esporte e nas peneiras a única alternativa de vida? Deixam de estudar e se são cortados numa das inúmeras etapas perdem o rumo e não enxergam alternativas? Não dá para conciliar as duas coisas, os estudos e o futebol? O clube formador não tem ou não deveria ter essa obrigação? Não apenas a de tentar formar um atleta, mas a de formar cidadãos? As histórias de Paulo André são saborosas, as disputas da Copa São Paulo, a conhecida Copinha, a convivência com pessoas tão diferentes que se tornam sua família, a escolha da posição, a rede de empresários sem escrúpulos, o abandono, os aproveitadores... A descrição do contato inicial com seu
primeiro empresário, aos 16 anos de idade, num prédio classe A de região nobre paulistana é imperdível. Os três celulares do agente, os pôsteres de jogadores da Seleção, as histórias e o papo de malandro do sujeito para capturar o jogador e ter direito a 20% de tudo o que ele recebesse daí em diante são de chorar. De raiva.

A passagem de Paulo André por Águas de Lindoia, um time de empresários que tinha dois dormitórios para toda a molecada, o Morumbi, com 14 camas, e o Maracanã, com 22, sem janela e um banheiro só para os 26, também é impressionante.

Como é impressionante a descrição que ele faz de sua chegada à França, onde defendeu o Le Mans. No Brasil, como reflete o zagueiro, os jogadores são paparicados a tal ponto que não sabem fazer o check-in por conta própria no aeroporto.

Na Europa a mentalidade é outra. Com menos mordomias e facilidades o atleta tem mais responsabilidade, inclusive a de fazer suas malas antes das viagens e a de limpar as chuteiras depois dos treinos. O treinamento é diferente, inclui longas trilhas de bicicleta, competições com caiaques, alpinismo, sai do convencional a que estamos acostumados aqui.

O livro de Paulo André é uma forma de entrarmos no alojamento, na concentração, nos campos de futebol, na mente de um jogador. E de entendermos um pouco o outro antes de criticá-lo.

João Carlos Assumpção
janca@lancenet.com.br

 

O texto abaixo foi publicado no Lance! de hoje, 14/02, na coluna do João Carlos Assumpção. Achei bacana e quis dividir com vocês!

Abs
P.A

\"\"VALE A LEITURA

HISTÓRIAS DE UM ZAGUEIRO

Costumo dizer que faltam bons livros de futebol. Um que irá chegar às livrarias nas próximas semanas preenche uma lacuna não só por ter sido escrito por um jogador que vive a experiência de quem está lá dentro, mas principalmente por servir de reflexão para qualquer profissional que trabalha direta ou indiretamente com o meio. “O Jogo da Minha Vida: Histórias e Reflexões de um Atleta”, do zagueiro Paulo André, que comandou a defesa do Corinthians em jogos decisivos do Brasileiro de 2011, ilumina aspectos do esporte pouco tocados pela mídia. O trabalho da base, as peneiras, os estudos, a concentração, os amigos, os bons e maus profissionais, a dificuldade de adapta ção, as escolhas, nossas e dos outros, o acaso...

Quantos jogadores como Paulo André não saem de suas cidades, ficam longe das famílias, não curtem a adolescência e vão tentar a sorte no futebol passando anos em alojamentos? Quantos não colocam no esporte e nas peneiras a única alternativa de vida? Deixam de estudar e se são cortados numa das inúmeras etapas perdem o rumo e não enxergam alternativas? Não dá para conciliar as duas coisas, os estudos e o futebol? O clube formador não tem ou não deveria ter essa obrigação? Não apenas a de tentar formar um atleta, mas a de formar cidadãos? As histórias de Paulo André são saborosas, as disputas da Copa São Paulo, a conhecida Copinha, a convivência com pessoas tão diferentes que se tornam sua família, a escolha da posição, a rede de empresários sem escrúpulos, o abandono, os aproveitadores... A descrição do contato inicial com seu
primeiro empresário, aos 16 anos de idade, num prédio classe A de região nobre paulistana é imperdível. Os três celulares do agente, os pôsteres de jogadores da Seleção, as histórias e o papo de malandro do sujeito para capturar o jogador e ter direito a 20% de tudo o que ele recebesse daí em diante são de chorar. De raiva.

A passagem de Paulo André por Águas de Lindoia, um time de empresários que tinha dois dormitórios para toda a molecada, o Morumbi, com 14 camas, e o Maracanã, com 22, sem janela e um banheiro só para os 26, também é impressionante.

Como é impressionante a descrição que ele faz de sua chegada à França, onde defendeu o Le Mans. No Brasil, como reflete o zagueiro, os jogadores são paparicados a tal ponto que não sabem fazer o check-in por conta própria no aeroporto.

Na Europa a mentalidade é outra. Com menos mordomias e facilidades o atleta tem mais responsabilidade, inclusive a de fazer suas malas antes das viagens e a de limpar as chuteiras depois dos treinos. O treinamento é diferente, inclui longas trilhas de bicicleta, competições com caiaques, alpinismo, sai do convencional a que estamos acostumados aqui.

O livro de Paulo André é uma forma de entrarmos no alojamento, na concentração, nos campos de futebol, na mente de um jogador. E de entendermos um pouco o outro antes de criticá-lo.

João Carlos Assumpção
janca@lancenet.com.br

http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=70

 

TAGS: o jogo da minha vida, paulo andré

 

Postado por Paulo André em 26/02/2012 às 17:51h


Lançamento do meu livro!

Lançamento do meu livro!

 

\"\"

No futebol, assim como na vida, as coisas acontecem muito rápido. Há 14 anos, ainda garoto, saí de casa em busca de um sonho. Batalhei, enfrentei obstáculos e tropecei em muitas pedras no caminho. Me levantei e segui em frente a cada derrota ou desilusão e aprendi a dar um passo atrás para recomeçar de outra forma quando foi necessário.

Persisti, confiando que meu sonho era possível mesmo quando pouca gente acreditava em mim. Percebi, ao longo desse período, que nada supera o trabalho e a disciplina, porém devo confessar a você que algumas vezes cheguei a duvidar que isso daria certo.

Sorri, chorei e sofri com as difíceis decisões que tive que tomar, ainda jovem, mas tenho certeza de que foram elas que criaram minhas oportunidades e moldaram todo o meu futuro.

Entendi, por experiência própria, como é difícil ser jogador profissional e chegar a um grande clube. Por isso passei os últimos 12 meses me dedicando, além do futebol, a escrever um livro e contar essas histórias pra você.

Uma ideia meio maluca que me deu muito prazer e preencheu as longas horas livres nas viagens e concentrações.

Nele, conto histórias que relatam como é a vida de uma pessoa comum que parte em busca dos seus sonhos e encara cada estágio da vida de um atleta. Como disse meu amigo Ronaldo Fenômeno, na apresentação do livro, conto os sofrimentos e carências do tempo de amador, as dúvidas de um recém-profissional e os anseios de um boleiro experiente.


Além dele, outros amigos e ídolos participaram e escreveram depoimentos antes de cada capítulo. Meu muito obrigado a: Juca Kfouri, Kaká, William Capita, Ruddy Machado, Hugo Garcia, Bruno Resende, Dr. Sócrates, Alex, Antonio Lopes, Evaristo de Macedo, Vanessa Menga, Grafite, Tulio de Melo, Michel Bastos, Maurren Maggi, Roberto Carlos, Hortência, Oscar Schmidt, Maurício, Edu Gaspar, Milton Leite, Thaigo Leifert, Bruno Laurence e Mauro Beting.

E você que acessa e participa deste blog está convidado para dividir comigo este momento incrível pra mim, o lançamento do meu primeiro livro: O Jogo da Minha Vida - Histórias e reflexões de um atleta, publicado pela editora LeYa. O evento é aberto ao público e será no dia 1 de março (próxima quinta-feira), na Livraria Saraiva do shopping Pátio Paulista (Rua Treze de Maio, 1947, Paraíso, em SP) à partir das 19h.

 



Aguardo vocês!

Abraço,
P.A

 

\"\"

No futebol, assim como na vida, as coisas acontecem muito rápido. Há 14 anos, ainda garoto, saí de casa em busca de um sonho. Batalhei, enfrentei obstáculos e tropecei em muitas pedras no caminho. Me levantei e segui em frente a cada derrota ou desilusão e aprendi a dar um passo atrás para recomeçar de outra forma quando foi necessário.

Persisti, confiando que meu sonho era possível mesmo quando pouca gente acreditava em mim. Percebi, ao longo desse período, que nada supera o trabalho e a disciplina, porém devo confessar a você que algumas vezes cheguei a duvidar que isso daria certo.

Sorri, chorei e sofri com as difíceis decisões que tive que tomar, ainda jovem, mas tenho certeza de que foram elas que criaram minhas oportunidades e moldaram todo o meu futuro.

Entendi, por experiência própria, como é difícil ser jogador profissional e chegar a um grande clube. Por isso passei os últimos 12 meses me dedicando, além do futebol, a escrever um livro e contar essas histórias pra você.

Uma ideia meio maluca que me deu muito prazer e preencheu as longas horas livres nas viagens e concentrações.

Nele, conto histórias que relatam como é a vida de uma pessoa comum que parte em busca dos seus sonhos e encara cada estágio da vida de um atleta. Como disse meu amigo Ronaldo Fenômeno, na apresentação do livro, conto os sofrimentos e carências do tempo de amador, as dúvidas de um recém-profissional e os anseios de um boleiro experiente.


Além dele, outros amigos e ídolos participaram e escreveram depoimentos antes de cada capítulo. Meu muito obrigado a: Juca Kfouri, Kaká, William Capita, Ruddy Machado, Hugo Garcia, Bruno Resende, Dr. Sócrates, Alex, Antonio Lopes, Evaristo de Macedo, Vanessa Menga, Grafite, Tulio de Melo, Michel Bastos, Maurren Maggi, Roberto Carlos, Hortência, Oscar Schmidt, Maurício, Edu Gaspar, Milton Leite, Thaigo Leifert, Bruno Laurence e Mauro Beting.

E você que acessa e participa deste blog está convidado para dividir comigo este momento incrível pra mim, o lançamento do meu primeiro livro: O Jogo da Minha Vida - Histórias e reflexões de um atleta, publicado pela editora LeYa. O evento é aberto ao público e será no dia 1 de março (próxima quinta-feira), na Livraria Saraiva do shopping Pátio Paulista (Rua Treze de Maio, 1947, Paraíso, em SP) à partir das 19h.

 



Aguardo vocês!

Abraço,
P.A


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=71

 

TAGS: livro, o jogo da minha vida, paulo andré

 

Postado por Paulo André em 19/03/2012 às 13:45h


Ronaldo no livro de Paulo André

 

Texto do Dr. Osmar de Oliveria (http://drosmar.com/ronaldo-no-livro-de-paulo-andre) 

Acabei de ler o livro ” O jogo da minha vida”, de Paulo André, zagueiro do Corinthians. Muito bom, bem escrito, gostei. Tem de tudo da carreira de um jogador de futebol. E conselhos , muitos conselhos. Aprendi.

Quero aqui destacar  um capítulo que me chamou atenção. Paulo vai me permitir, um resumo.

Lembram daquela vitória do Corinthians sobre o Cruzeiro por 1×0 pelo brasileirão de 2010?  

 

Texto do Dr. Osmar de Oliveria (http://drosmar.com/ronaldo-no-livro-de-paulo-andre) 

\"Acabei de ler o livro ” O jogo da minha vida”, de Paulo André, zagueiro do Corinthians. Muito bom, bem escrito, gostei. Tem de tudo da carreira de um jogador de futebol. E conselhos , muitos conselhos. Aprendi.

Quero aqui destacar  um capítulo que me chamou atenção. Paulo vai me permitir, um resumo.

Lembram daquela vitória do Corinthians sobre o Cruzeiro por 1×0 pelo brasileirão de 2010 ?  45 minutos do 2º tempo, 0×0, Jorge Henrique cruza para dentro da grande área e o zagueiro Gil do Cruzeiro, atropela Ronaldo que ia matar a bola no peito e o zagueiro pensou que ele fosse cabecear.

Paulo escreve : – Olhei para os jogadores do Corinthians que se perguntavam quem assumiria aquela responsabilidade…. já haviamos perdido 4 pênaltis em jogos decisivos… alheio a tudo, o Fenômeno  estava lá em seu habitat com a bola na mão de frente para o gol… ninguém mais perfeito para resolver o problema… Pacaembu calado… goleiro foi para o canto direito…Ronaldo tocou sem muita força no canto esquerdo… pensei como aquele cara podia ser tão frio e eficiente,,, ele foi de uma simplicidade absurda naquele gol que ninguém questionou ou mencionou a pressão que ele deveria estar sofrendo.

Paulo André continua : – No vestiário fui até ele e pergunetei como ele tinha batido o pênalti com tanta tranquilidade… ele olhou para mim, olhou em volta como se quisesse me contar um segredo e disse … – eu ia bater no outro canto e resolvi mudar em cima da hora, na verdade pensei em mudar umas três vezes antes de bater, nunca tinha sentido tanta pressão em minha vida, nem na Copa do Mundo, meu corpo inteiro tremia, ainda bem que mudei o canto se não o goleiro ia pegar a bola.

Paulo completa : – Ninguém tinha escutado aquilo… o cara também tinha medo, ele não era tão diferente assim da gente. A única diferença que o fez melhor, muito melhor é que ele aprendeu a lidar e controlar esses sentimentos que tanto nos atrapalham nos momentos de decisão.

Obrigado pelo livro Paulo André. Se fosse destacar outros capítulos que gostei, iria praticamente repetir seu livro inteiro aqui. No dia do lançamento fui testemunha bem de perto do abraço que Paulo recebeu do Fenômeno, caloroso e sincero. No minuto seguinte recebi o abraço do Arnaldo, corintiano, pai do Paulo que estava todo orgulhoso por mais essa vitória do filho. E não é pra menos...\"


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=82

 

TAGS: dr. osmar, o jogo da minha vida

 

Postado por Paulo André em 29/03/2012 às 08:02h


Lançamento do meu livro em Campinas

 

Pessoal, hoje lançarei meu livro em Campinas! A noite de autógrafos será às 19h na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi.

\"\"

 

Pessoal, hoje lançarei meu livro em Campinas! A noite de autógrafos será às 19h na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi.

Vejam o convite abaixo e espero vocês lá!

Abs
P.A 

\"\" 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=84

 

TAGS: o jogo da minha vida, campinas

 

Postado por Paulo André em 14/05/2012 às 11:43h


Biblioteca de Tufão agrada a corintiano

 

Paulo André, jogador do Timão, elogia hábito de leitura de Tufão de ‘Avenida Brasil’ e dá dicas de livro

Se Paulo André, zagueiro do Corinthians, e Tufão, ex-craque do Flamengo em “Avenida Brasil”, tivessem jogado na mesma época, certamente trocariam mais do que camisas após um clássico. Outros clássicos, os da literatura, seriam os motivos da resenha.

Tanto o jogador da ficção quanto o da vida real são leitores vorazes. No caso de Tufão, o gosto foi estimulado por Nina (Débora Falabella); já Paulo André 
traz o hábito desde a infância.   “Dos livros que o Tufão ganhou, só não li ‘A Metamorfose’ (Franz Kafka). Acho que ele está indo muito bem na leitura. A proposta da novela é excelente, vai estimular muitas pessoas a lerem”, afirma o zagueiro corintiano (...)

 

Paulo André, jogador do Timão, elogia hábito de leitura de Tufão de ‘Avenida Brasil’ e dá dicas de livro

por Juliana Alencar | Diário de S. Paulo

Se Paulo André, zagueiro do Corinthians, e Tufão, ex-craque do Flamengo em “Avenida Brasil”, tivessem jogado na mesma época, certamente trocariam mais do que camisas após um clássico. Outros clássicos, os da literatura, seriam os motivos da resenha.

Tanto o jogador da ficção quanto o da vida real são leitores vorazes. No caso de Tufão, o gosto foi estimulado por Nina (Débora Falabella); já Paulo André traz o hábito desde a infância.   “Dos livros que o Tufão ganhou, só não li ‘A Metamorfose’ (Franz Kafka). Acho que ele está indo muito bem na leitura. A proposta da novela é excelente, vai estimular muitas pessoas a lerem”, afirma o zagueiro corintiano.

Desde o início  de “Avenida Brasil”, o marido de Carminha já apareceu na novela lendo três obras – todas elas com temas que remetem à situação do ex-jogador com a megera (leia a lista ao lado). A próxima será “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, outra leitura que dá pista sobre o comportamento da vilã.

Desafiado pelo DIÁRIO, o jogador também sugere livros que ajudariam o colega a desmascarar Carminha. “Para continuar na linha de pensamento de Nina, indicaria ‘O Primo Basílio’, até porque o nome do personagem traído também é Jorge”, explica. “‘Dom Casmurro’ (Machado de Assis) e ‘Otelo’ (William Shakespeare) poderiam despertar seu lado ciumento. Assim, ele procuraria saber por onde Carminha anda e o que ela está fazendo.”

Papo de Boleiro?

Indicar livros, no entanto, não é propriamente uma novidade para Paulo André. Ao lado de William Capita e Wallace, o zagueiro chegou até a promover ciclos de leituras sobre filosofia e psicologia. “Daí o papo era mais cabeça”, reconhece.  

As sugestões para a maioria dos colegas, no entanto, sempre passaram por autores mais acessíveis. “Sidney Sheldon e Jack Higgins sempre fazem sucesso com aqueles que não têm o hábito. Mas tem gente que pede livros de educação financeira ou autoajuda”, conta o zagueiro, que lançou recentemente o seu primeiro livro, “O Jogo da Minha Vida: Histórias e Reflexões de Um Atleta” (Editora Leya). “No elenco atual, a maioria já o leu. Fiquei feliz com os comentários.”

Confirma o link da reportagem: http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/21439/Biblioteca+de+Tufao+agrada+a+corintiano 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=90

 

TAGS: reportagem, o jogo da minha vida, entrevistas

 

Postado por Paulo André em 09/03/2012 às 12:10h


Entrevista para a Folha de S. Paulo

 

Zagueiro do Corinthians fala sobre sua estreia na literatura

JULIANA FARANO
da Livraria da Folha

Paulo André foge do estereótipo do jogador de futebol que os torcedores estão acostumados a ver por aí. O zagueiro do Corinthians gosta de ler, escreve bem e se preocupa com outros discursos além do \"a partida foi boa, o grupo está trabalhando para melhorar cada vez mais e etc\". No fim do ano passado, ele até declarou que pretende concorrer à presidência da CBF. Isso é claro depois que encerrar a carreira nos gramados. O que ele conseguiu conciliar com as atuações em campo foi sua estreia na literatura. Fã de Jack Higgins e Morris West, o defensor acaba de lançar \"O Jogo da Minha Vida\" pela editora Leya.

Dividido em três partes, futebol amador, futebol profissional e reflexões, o livro foi feito com base no blog que Paulo André mantém desde 2010. Fugindo dos clichês do universo dos boleiros, o jogador deixa de lado as histórias pitorescas e relata as agruras do início de carreira, as dificuldades e as alegrias de atuar no exterior e os bastidores das concentrações, além de refletir sobre o futuro do esporte.

A obra ainda conta com apresentação de Ronaldo, o Fenômeno, prefácio de Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians, e depoimentos de Juca Kfouri, dos pentacampeões Kaká e Roberto Carlos, dos ex-jogadores de basquete Oscar e Hortência, entre outros.

 

 

Zagueiro do Corinthians fala sobre sua estreia na literatura

JULIANA FARANO
da Livraria da Folha

Paulo André foge do estereótipo do jogador de futebol que os torcedores estão acostumados a ver por aí. O zagueiro do Corinthians gosta de ler, escreve bem e se preocupa com outros discursos além do \"a partida foi boa, o grupo está trabalhando para melhorar cada vez mais e etc\". No fim do ano passado, ele até declarou que pretende concorrer à presidência da CBF. Isso é claro depois que encerrar a carreira nos gramados. O que ele conseguiu conciliar com as atuações em campo foi sua estreia na literatura. Fã de Jack Higgins e Morris West, o defensor acaba de lançar \"O Jogo da Minha Vida\" pela editora Leya.

Dividido em três partes, futebol amador, futebol profissional e reflexões, o livro foi feito com base no blog que Paulo André mantém desde 2010. Fugindo dos clichês do universo dos boleiros, o jogador deixa de lado as histórias pitorescas e relata as agruras do início de carreira, as dificuldades e as alegrias de atuar no exterior e os bastidores das concentrações, além de refletir sobre o futuro do esporte.

A obra ainda conta com apresentação de Ronaldo, o Fenômeno, prefácio de Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians, e depoimentos de Juca Kfouri, dos pentacampeões Kaká e Roberto Carlos, dos ex-jogadores de basquete Oscar e Hortência, entre outros.

Na entrevista que o zagueiro, e agora autor, concedeu à Livraria da Folha, ele fala sobre o livro e ainda indica seus autores e livros de cabeceira. Confira abaixo. 

 

Livraria da Folha: Como surgiu a ideia do livro?

Paulo André: Tenho um blog desde 2010, onde falo sobre a realidade, as dificuldades, as alegrias e as incertezas da vida do atleta, além de futebol e política do esporte. Como a aceitação foi boa, comecei a escrever cada vez mais e, dessa grande quantidade de textos que esperavam para serem publicados, percebi que tinha praticamente um livro na mão. Organizei tudo e durante os períodos de concentração para as partidas de 2011 escrevi os capítulos que faltavam para concluir a obra. Hoje, olhando para o livro pronto, me sinto realizado e feliz com o resultado final. 

Livraria: De que forma você concilia o tempo para escrever com os treinos e as concentrações?
Paulo André: O atleta de futebol no Brasil passa cerca de 140 dias do ano concentrado. Nesse período não há muito o que se fazer porque ficamos \"presos\" dentro do quarto. Então é durante as concentrações que eu escrevo. Às vezes atualizo o blog também em casa. Apesar da correria do cotidiano, sinto prazer em escrever e ter um tempo para refletir, então sempre encontro uma brecha.

Livraria: Em seu blog você aborda questões políticas e trabalhistas do futebol. O que o leitor pode esperar do livro no que diz respeito a essa temática?
Paulo André: O livro é dividido entre futebol amador, futebol profissional e reflexões. Nas duas primeiras partes, uso histórias do futebol para retratar o difícil processo de se tornar jogador e revelo, ao mesmo tempo, dúvidas, provações, escolhas, sentimentos, alegrias e tristezas que todos os atletas vivem ao sair de casa em busca de um sonho. Na parte das reflexões apresento minhas ideias mostrando a importância de mudanças para que o futebol no Brasil possa evoluir. Também falo dos problemas nas categorias de base, empresários, concentrações. De certa forma, o livro gira em torno da temática do blog, mas de maneira mais aprofundada.

Livraria: O futebol, por si só, atrai também pela irreverência dentro e fora dos gramados. Em seu livro você abre espaço para episódios engraçados e descontraídos?
Paulo André:Coloquei vários trechos descontraídos. O capítulo \"Diário do Timão\" é sobre os bastidores e o que acontece na concentração. Pedi a ajuda dos colegas para me lembrarem de histórias engraçadas e o Fábio Santos contou que um dia o Willian estava todo feliz porque havia comprado um computador novo. O Fábio perguntou: \"É um laptop?\". E o Willian respondeu: \"Não, é um Toshiba mesmo\". Nos bastidores acontecem situações cômicas e acho legal dividir isso com o público. O livro tem os momentos sérios e os momentos leves, o leitor vai se divertir.

Livraria: Qual foi a reação dos companheiros de Corinthians quando souberam que você estava escrevendo o livro? Alguém ficou apreensivo, com medo de você revelar demais situações de bastidores?

Paulo André: Ninguém ficou apreensivo porque somos um grupo unido e eu jamais exporia alguém dessa forma, até porque estou guardando essas histórias para a biografia (risos). Eles ficaram contentes e o meu maior estímulo nos últimos meses foi ouvir a opinião deles sobre determinados capítulos. Eles diziam: \"Paulo, minha história foi assim também. Seu livro está muito bom\". Isso deu aquele último gás para eu terminar o livro em dezembro e lançá-lo em março. Quero que as pessoas leiam e conheçam a nossa realidade.

Livraria: De que forma que você acha que seu livro pode ajudar os jovens que estão entrando agora no meio do futebol?
Paulo André: Escrevi o livro por dois motivos. Para que o público em geral conhecesse as nossas dificuldades e entendesse que nossa vida não é balada, mulheres e pagode. E, justamente, para que o jovem que pretende ser jogador de futebol no Brasil entenda como funciona a máquina, os empresários, as peneiras e as armadilhas até se chegar ao profissional. O público só assiste pela televisão os que foram bem-sucedidos, mas de cada mil que tentam talvez um consiga. Os outros milhares de garotos abandonaram os estudos e aos 20 anos se descobrem sem sucesso no futebol e despreparados para a vida. Por isso também escrevi um capítulo específico para os pais, falando sobre deixar seu filho sair de casa para morar num alojamento. Como saber se vale à pena?

Livraria: O que você está lendo no momento e quais são seus livros preferidos?

Paulo André: Acabei de terminar \"Cem anos de solidão\" de Gabriel García Márquez. Achei genial. É difícil escolher, mas eu diria que \"A Cura de Schopenhauer\" (de Irvin D. Yalom ), a biografia do Agassi estão entre meus prediletos. 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=79

 

TAGS: entrevistas, o jogo da minha vida

 

Postado por Paulo André em 28/05/2012 às 17:17h


Entrevista para o Portal Imprensa

 

Prestes a voltar aos campos após meses tratando uma contusão no joelho, Paulo André, zagueiro titular da campanha do pentacampeonato brasileiro do Corinthians, tem uma visão além do futebol. Dono de ter um blog onde trata assuntos polêmicos sobre o esporte, também é autor do livro “O jogo da minha vida” em que revelou os percalços enfrentados por meninos na luta por realizar o sonho de ser jogador de futebol.

A obra de Paulo André foi muito bem recebida pela imprensa, especialmente a esportiva, pois mostrou um lado nada glamouroso do esporte que movimenta milhões em todo o mundo. 

Bastante ligado ao que acontece na política esportiva, o jogador sonha em chegar à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e ajudar o país a ter um projeto definido dentro e fora dos campos.

Confira a entrevista que o craque concedeu à IMPRENSA (...) 

 

 

“Tem que vender jornal, mas a gente passa de herói a vilão em um segundo” , diz Paulo André

por Vanessa Gonçalves | Portal Imprensa

Prestes a voltar aos campos após meses tratando uma contusão no joelho, Paulo André, zagueiro titular da campanha do pentacampeonato brasileiro do Corinthians, tem uma visão além do futebol. Dono de ter um blog onde trata assuntos polêmicos sobre o esporte, também é autor do livro “O jogo da minha vida” em que revelou os percalços enfrentados por meninos na luta por realizar o sonho de ser jogador de futebol.

A obra de Paulo André foi muito bem recebida pela imprensa, especialmente a esportiva, pois mostrou um lado nada glamouroso do esporte que movimenta milhões em todo o mundo.

Bastante ligado ao que acontece na política esportiva, o jogador sonha em chegar à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e ajudar o país a ter um projeto definido dentro e fora dos campos.

Confira a entrevista que o craque concedeu à IMPRENSA:

 

IMPRENSA - Como surgiu a ideia do seu blog?

Paulo André - O blog surgiu no final de 2010. Tenho muitos amigos envolvidos com esporte, direito esportivo, preparação física, fisiologia e sempre tive muitas questões que queria resolver ou que pelo menos pensava em chegar num ponto em comum tanto para o futebol como o esporte em geral. Então eu resolvi criar um grupo de estudos com esses amigos, só que ninguém me respondia. Eu levantava um tema, escrevia um texto e o pessoal correndo nessa vida maluca e não tinha tempo para discutir. Aí eu pensei ‘vou escrever um blog e pedir para o pessoal comentar’. Foi assim que surgiu.

 

E ele tem bastante visibilidade?

No começo, como era uma coisa muito inovadora ter um atleta em atividade escrevendo sobre futebol, os bastidores etc. acabou sendo muito comentado. E tiveram alguns textos polêmicos. Não polêmicos no contexto, mas eles foram soltos em momentos importantes, como na desclassificação da Libertadores, num momento difícil que vivíamos e acabou se espalhando para todo mundo.

 

E como surgiu a ideia de contar sua história em livro e mostrar um outro lado do futebol que não é o do glamour?

Com o blog e o contato com os torcedores acabei percebendo que as pessoas não têm a menor ideia do que vivemos, do que passamos para nos tornarmos jogadores profissionais e, mesmo estando lá, como é difícil o dia a dia. Eu tinha alguns textos já prontos que ficava esperando os momentos certos de vitória do time para soltar no blog. Quando eu vi, eu já tinha uns dez, 12 capítulos do que na minha cabeça seria o livro e, dali para frente, foi só completar os capítulos em branco e formatar.

 

E como foi para você que não é um escritor entrar nesse mundo da literatura?

Eu achei bem legal. Quando escrevi eram momentos de prazer. Não fiz nada obrigado e eu não tinha a preocupação de estar escrevendo bonito, cumprindo as regras gramaticais de um escritor. Foi muito natural e eu acho que consegui atingir exatamente aquilo que queria: passar uma humanização do atleta para o povo em geral.

 

Você tem projeto de escrever outro livro ou está só com esse por enquanto?

Tem bastante gente pedindo por outro. Pelo retorno que eu tive as pessoas acabam lendo em dois ou três dias porque é uma leitura muito fácil, muito prazerosa e quando acabam falam ‘cadê o próximo? Esse aqui já foi’. Eu tenho vontade, mas ainda não pautei, mas com certeza virá ou virão outros.

 

A imprensa tem personificado jogadores de futebol como burros e analfabetos, como se não tivessem cultura nenhuma. Na sua opinião, isso é um preconceito?

O jogador é o reflexo da sociedade. O brasileiro em geral não gosta de ler e de maneira geral tem certas limitações porque o ensino público brasileiro é muito ruim e, grande parte da população, depende desse ensino para se educar. É um erro classificar o jogador como analfabeto ou burro porque, na verdade, estamos falando de toda a população brasileira que não tem acesso à educação por falta de oportunidade.

 

Ano passado você esteve na mídia porque propôs para outros capitães se unirem para reivindicar melhores condições para jogadores de clubes menores e com dificuldades financeiras. Esse projeto continua em andamento? 

Na verdade não andou muito. Acabei deixando nas mãos do sindicato da categoria e eles não prosseguiram com o projeto. Eu até acabei propondo algo além do sindicato por eles estarem engessados, um pouco travados na ideia que eu tinha. Como tive o projeto do livro, além disso tenho o meu instituto, isso ficou um pouco de lado. Mas isso é uma coisa que eu preciso retomar, porque eu sei que vou fazer o bem para muita gente.

 

Você também disse que gostaria de ser presidente da CBF e isso repercutiu muito. Esse é um projeto que vai investir no futuro?

A primeira vez que falei isso foi no programa do Juca Kfouri, o \"Juca entrevista\",  e repercutiu bastante, foi legal. Eu sou apaixonado por esporte e o que eu puder fazer de bem para o esporte eu faço. Acho que falta um pouco disso nas federações e nas confederações aqui no Brasil. Os cargos são políticos e acabam faltando cargos técnicos, ou seja, pessoas que em primeiro lugar amam o esporte e, em segundo lugar, que tenham conhecimento para mudar as coisas necessárias. É o que eu tenho dito: posso não chegar a presidente da CBF, mas com certeza vou trabalhar em algum cargo diretivo para a melhoria do esporte no Brasil.

 

Como você vê o futebol brasileiro após o fim da era Ricardo Teixeira? 

Eu acho que a mudança é conceitual. A ideia do futebol no Brasil ficou muito tempo estagnada e agora com os últimos resultados, as dificuldades que o país vem enfrentando contra alguma seleções mundiais acabou fazendo com que esse movimento fosse necessário. Eu espero que mude e que novas pessoas, novas ideias surjam, mas, principalmente, que tenhamos um objetivo: onde estamos, para onde vamos e como vamos chegar lá. É isso que talvez falte para melhor o futebol como produto acabar atraindo profissionais capacitados e pessoas honestas para lidar com isso.

 

Hoje vemos muita glamourização da imprensa com relação aos jogadores, transformando o atleta em estrela. Como você vê isso?

É claro que tem que vender jornal, mas a gente passa de herói a vilão em um segundo e, às vezes, por se tratarem de jovens de 18, 20, 22 anos, com certeza não têm estrutura emocional para lidar com esses altos e baixos. Ás vezes isso é prejudicial, mas a imprensa faz seu papel. O jogador de futebol no Brasil é um ídolo, um super-herói, que gera paixão, emoção e será assim para sempre. Estamos falando do país do futebol e as pessoas acabam transferindo toda alegria e felicidade da sua vida no seu time.

 

Você é bastante ligado às redes sociais. Acha válido o uso desses meios para se aproximar dos torcedores ou mesmo ter um canal para se expressar?

Acho fundamental. Nos meus tempos de fã, de menino, eu nunca tinha tido contato com jogador de futebol ou tido a oportunidade de perguntar a eles se gostavam de ser jogador ou o que sentiam. Essas redes sociais acabam nos aproximando e dando mais oportunidade de as pessoas nos conhecerem. E esse é mais ou menos o meu papel do livro, ou seja, de humanizar o atleta. Eu sou uma pessoal normal . Eu saio, bebo meu vinho, gosto disso ou daquilo. Eu não sou só jogador de futebol e tem outras coisas que me dão prazer na vida, desde que não prejudique o meu dia a dia no trabalho.

 

É diferente jogar para o time para o qual você torce?

Eu acho que sim. Eu tinha o sonho de jogar no Corinthians e todos os dias  em que estou treinando lá estou realizando um sonho. Eu não esqueci não das minhas raízes e do que me motivou para chegar até aqui. É um prazer enorme e eu sempre digo que \"se eu puder ficar no Corinthians até o final da minha carreira, vou ficar\".

Fonte: Portal Imprensa 

 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=93

 

TAGS: entrevistas, o jogo da minha vida, paulo andré

 

Postado por Paulo André em 30/07/2012 às 21:02h


Atacante do Bahia pede dedicatória em livro ao escritor Paulo André

 

\"Anderson

 

Depois do empate por 0 a 0 com Timão, Júnior encontrou zagueiro no exame antidoping e falou sobre a obra, assim como Danny Morais e Tite

Por GLOBOESPORTE.COM

O livro “O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta”, escrito e lançado por Paulo André recentemente tem repercutido bem no meio do futebol. A noite de autógrafos, em março, foi concorrida. Mas no último domingo, depois da partida contra o Bahia, em Salvador, ele teve mais uma prova do sucesso.

Após o Corinthians empatar por 0 a 0 com o Tricolor baiano, o zagueiro alvinegro foi chamado para o exame antidoping. Lá, na sala de coleta, o atacante Júnior, do Bahia, tirou de sua mala um exemplar do livro escrito por Paulo André e o surpreendeu com um pedido de dedicatória.

- E o atacante Júnior que me surpreendeu ao tirar o livro da mala e pedir uma dedicatória em plena sala do exame antidoping. Que orgulho! – contou Paulo André, em post na sua conta de Twitter.

Também em sua página na rede social, o jogador do Timão, novamente titular desde a saída de Leandro Castán, agradeceu a outros (...)

 

 

\"Anderson

 

Depois do empate por 0 a 0 com Timão, Júnior encontrou zagueiro no exame antidoping e falou sobre a obra, assim como Danny Morais e Tite

Por GLOBOESPORTE.COM

O livro “O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta”, escrito e lançado por Paulo André recentemente tem repercutido bem no meio do futebol. A noite de autógrafos, em março, foi concorrida. Mas no último domingo, depois da partida contra o Bahia, em Salvador, ele teve mais uma prova do sucesso.

Após o Corinthians empatar por 0 a 0 com o Tricolor baiano, o zagueiro alvinegro foi chamado para o exame antidoping. Lá, na sala de coleta, o atacante Júnior, do Bahia, tirou de sua mala um exemplar do livro escrito por Paulo André e o surpreendeu com um pedido de dedicatória.

- E o atacante Júnior que me surpreendeu ao tirar o livro da mala e pedir uma dedicatória em plena sala do exame antidoping. Que orgulho! – contou Paulo André, em post na sua conta de Twitter.

Também em sua página na rede social, o jogador do Timão, novamente titular desde a saída de Leandro Castán, agradeceu a outros dois jogadores do Bahia que também leram “O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta”.

- Aproveitando para agradecer ao Danny Morais e ao Titi, zagueiros do Bahia que leram meu livro e se identificaram com as histórias e ideias – concluiu.

 

 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=107

 

TAGS: o jogo da minha vida,

 





Página(s): 1  

 

 

PESQUISE NO BLOG Pesquisar

CANAL OFICIAL DO YOUTUBE

 

Loading...

 

ver mais vídeos

 

 

ÚLTIMAS DO TWITTER

 



    Posts mais lidos

    • Vida de Torcedor
      Com o passar dos anos e acostumado a estar dentro das quatro linhas, a gente perde a noção de tudo o que ocorre no entorno de ...
    • A encruzilhada do futebol brasileiro
      Se dissermos que o jogo de futebol se divide em três princípios básicos e deles, todas as variações s&atil...
    • Esclarecimento
      Recebi centenas de recados pelo Twitter e decidi responder por aqui.  Vou reproduzir em palavras exatas a entrevista coletiva que dei ...
    • \"\"Campeões da América
      O grito fora libertado, conquistamos a América.  No gramado, enquanto aguardávamos a entrega das medalhas, a torcida r...
    • A fábula dos pênaltis
      O Chelsea sagrou-se campeão europeu no último sábado e para isso usou a histórica receita futebolística a...

     

    PALAVRAS-CHAVE

    agora é tarde águas de lindóia arte atleta atletismo audax ayrton senna barcelona blog brasil calendário campeonato brasileiro campeonato paulista campinas categoria de base cbf CCBB cesta do bem concentração conmebol copa de 70 copa de 74 copa do brasil copa do mundo copa são paulo corinthians cristiano ronaldo danilo gentili debate di stefano diego souza dr. osmar entrevista entrevistas esporte evaristo de macedo fernando fernandes ferreirão finanças fisioterapia flamengo frança futebol futebol brasileiro futebol europeu grafite guarani histórias hugo boss ídolos iniesta inspiração ipa jogos olímpicos juca entrevista juca kfouri juniors kajuru pergunta kaká kubala le mans lesão libertadores liga dos campeões livro manchester united martin l. king MASP maurren maggi messi michael jordan ministério público multimidia Mundial de Clubes nelson mandela o jogo da minha vida pânico paolo rossi papo de boleiro paulinho paulo andré piquet pré-temporada professor medina puskas ranking de clubes real madri recuperação reportagem rinus mitchel rio 2016 robinho ronaldo fenômeno seleção brasileira sindicato suárez sub-20 teste teste2 torcida treinamentos Troféu universidade do futebol vasco videos vidic villa wallace xavi yohan cruiff

     

    BLOG OFICIAL DO JOGADOR PAULO ANDRÉ. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

     

    Powered by