Resultados 1 - 2 de 2 resultados encontrados para 'futebol europeu'


Postado por Paulo André em 09/09/2011 às 13:22h


O Futebol Europeu

O Futebol Europeu

 

O futebol europeu

 
Um dos primeiros jogadores brasileiros a deixar o Brasil e jogar na Europa foi Evaristo de Macedo que, na década de 1950, trocou o Flamengo, tricampeão carioca, pelo Barcelona FC, da Espanha. Ficou no clube catalão por cinco anos, antes de se transferir para o rival, Real Madrid, onde jogou por mais três anos até voltar ao Flamengo para encerrar sua carreira. Nesse período na Espanha, Dom Evaristo, como é conhecido até hoje por lá, marcou 178 gols e jogou num dos melhores times do todos os tempos com Puskas, Di Stefano, Kubala e Suárez. Para se ter uma ideia do seu sucesso, ele foi a primeira pessoa na história a fazer parte tanto do museu do Barcelona quanto do Real Madri, eternos rivais espanhóis.

Tive a sorte de trabalhar com ele em 2005, no Atlético Paranaense, onde fizemos uma ótima campanha juntos no Campeonato Brasileiro daquele ano. Foi seu último trabalho antes de se aposentar e aproveitar sua vida com o conforto que o futebol lhe proporcionou. Certo dia, em algum hotel por aí, perguntei a ele o que o motivava a estar ali, em campo, mesmo com a idade avançada e a vida ganha. Ele me respondeu que em primeiro lugar não estava com a vida ganha, afinal dinheiro nunca era demais, e depois completou dizendo que o futebol era a coisa que ele mais amava na vida e que não conseguia ficar longe dos campos por muito tempo.

Meu sincero respeito e agradecimento a ele e tantos outros que abriram mão de defender a Seleção Brasileira para jogar na Europa, pois naquela época não se sabia quase nada do futebol de lá, muito menos sobre o desempenho dos jogadores brasileiros que lá atuavam. Os “aventureiros” faziam as viagens de navio, tinham que se comunicar por cartas e deixavam a pátria amada de lado em busca de uma nova vida. Dom Evaristo foi um dos pioneiros desse movimento e abriu portas para que o futebol e o atleta brasileiro fossem admirados e respeitados lá fora. Depois dele e dos títulos mundiais de 1958, 1962 e 1970 muitos outros vieram, fizeram história e aumentaram ainda mais nossa fama pelo mundo todo. Graças a eles, hoje somos o país que mais exporta jogadores ao mundo. Somos queridos e admirados onde quer que estejamos.

Mas a imagem do jogador brasileiro lá fora já não é tão boa como antigamente. Nos últimos anos, as atitudes e a postura de muitos atletas brasileiros no exterior têm manchado a boa imagem do futebol brasileiro e dificultado um pouco a contratação dos nossos jogadores pelos grandes clubes europeus. José Mourinho disse certa vez que preferia trabalhar com africanos a brasileiros, porque os africanos esqueciam sua pátria, se entregavam ao trabalho e estavam abertos a novas aprendizagens enquanto o brasileiro não conseguia deixar o Brasil pra trás, não conseguia perder vícios e costumes do futebol brasileiro e, o pior de tudo, chegava mimado como uma criança ao futebol europeu, achando que os clubes e seus empregados teriam que realizar todas as suas vontades.

Na época em que li essa matéria estava na França e fiquei horrorizado com as palavras de José Mourinho. Me lembro de tê-la discutido com outras pessoas dizendo que não poderia se comparar o Brasil com o continente africano e que, sem dúvida, era muito mais difícil esquecer o Brasil, seu futebol e sua história do que esquecer qualquer país africano. Hoje, vendo a atitude de alguns jogadores brasileiros que não conseguem permanecer nem seis meses na Europa, entendo perfeitamente o que o treinador português quis dizer.

A primeira reação que temos ao chegar a um clube europeu é dizer que os jogadores são muito ruins tecnicamente. Depois dizemos que os treinos são chatos e falta alegria. E por último, reclamamos da língua e da temperatura. Eu também demorei um pouco para perceber que quem deveria mudar era eu e não o clube ou os profissionais que lá estavam. Entendi depois de bater a cabeça algumas vezes que não se pode mudar a cultura de um país ou de seu futebol. Somos nós, estrangeiros, que temos que nos adaptar e entender as razões pelas quais eles zelam por aqueles valores, aquele modo de jogo, de vida e de lidar com os atletas. Para isso, temos que ter a mente aberta para aprender e evoluir, dentro e fora de campo. Caso contrário, não conseguiremos desempenhar nosso melhor futebol no velho continente. Consequentemente, buscaremos a volta precoce ao Brasil como salvação à nossa carreira e felicidade.

 

O futebol europeu

 
Um dos primeiros jogadores brasileiros a deixar o Brasil e jogar na Europa foi Evaristo de Macedo que, na década de 1950, trocou o Flamengo, tricampeão carioca, pelo Barcelona FC, da Espanha. Ficou no clube catalão por cinco anos, antes de se transferir para o rival, Real Madrid, onde jogou por mais três anos até voltar ao Flamengo para encerrar sua carreira. Nesse período na Espanha, Dom Evaristo, como é conhecido até hoje por lá, marcou 178 gols e jogou num dos melhores times do todos os tempos com Puskas, Di Stefano, Kubala e Suárez. Para se ter uma ideia do seu sucesso, ele foi a primeira pessoa na história a fazer parte tanto do museu do Barcelona quanto do Real Madri, eternos rivais espanhóis.

Tive a sorte de trabalhar com ele em 2005, no Atlético Paranaense, onde fizemos uma ótima campanha juntos no Campeonato Brasileiro daquele ano. Foi seu último trabalho antes de se aposentar e aproveitar sua vida com o conforto que o futebol lhe proporcionou. Certo dia, em algum hotel por aí, perguntei a ele o que o motivava a estar ali, em campo, mesmo com a idade avançada e a vida ganha. Ele me respondeu que em primeiro lugar não estava com a vida ganha, afinal dinheiro nunca era demais, e depois completou dizendo que o futebol era a coisa que ele mais amava na vida e que não conseguia ficar longe dos campos por muito tempo.

Meu sincero respeito e agradecimento a ele e tantos outros que abriram mão de defender a Seleção Brasileira para jogar na Europa, pois naquela época não se sabia quase nada do futebol de lá, muito menos sobre o desempenho dos jogadores brasileiros que lá atuavam. Os “aventureiros” faziam as viagens de navio, tinham que se comunicar por cartas e deixavam a pátria amada de lado em busca de uma nova vida. Dom Evaristo foi um dos pioneiros desse movimento e abriu portas para que o futebol e o atleta brasileiro fossem admirados e respeitados lá fora. Depois dele e dos títulos mundiais de 1958, 1962 e 1970 muitos outros vieram, fizeram história e aumentaram ainda mais nossa fama pelo mundo todo. Graças a eles, hoje somos o país que mais exporta jogadores ao mundo. Somos queridos e admirados onde quer que estejamos.

Mas a imagem do jogador brasileiro lá fora já não é tão boa como antigamente. Nos últimos anos, as atitudes e a postura de muitos atletas brasileiros no exterior têm manchado a boa imagem do futebol brasileiro e dificultado um pouco a contratação dos nossos jogadores pelos grandes clubes europeus. José Mourinho disse certa vez que preferia trabalhar com africanos a brasileiros, porque os africanos esqueciam sua pátria, se entregavam ao trabalho e estavam abertos a novas aprendizagens enquanto o brasileiro não conseguia deixar o Brasil pra trás, não conseguia perder vícios e costumes do futebol brasileiro e, o pior de tudo, chegava mimado como uma criança ao futebol europeu, achando que os clubes e seus empregados teriam que realizar todas as suas vontades.

Na época em que li essa matéria estava na França e fiquei horrorizado com as palavras de José Mourinho. Me lembro de tê-la discutido com outras pessoas dizendo que não poderia se comparar o Brasil com o continente africano e que, sem dúvida, era muito mais difícil esquecer o Brasil, seu futebol e sua história do que esquecer qualquer país africano. Hoje, vendo a atitude de alguns jogadores brasileiros que não conseguem permanecer nem seis meses na Europa, entendo perfeitamente o que o treinador português quis dizer.

A primeira reação que temos ao chegar a um clube europeu é dizer que os jogadores são muito ruins tecnicamente. Depois dizemos que os treinos são chatos e falta alegria. E por último, reclamamos da língua e da temperatura. Eu também demorei um pouco para perceber que quem deveria mudar era eu e não o clube ou os profissionais que lá estavam. Entendi depois de bater a cabeça algumas vezes que não se pode mudar a cultura de um país ou de seu futebol. Somos nós, estrangeiros, que temos que nos adaptar e entender as razões pelas quais eles zelam por aqueles valores, aquele modo de jogo, de vida e de lidar com os atletas. Para isso, temos que ter a mente aberta para aprender e evoluir, dentro e fora de campo. Caso contrário, não conseguiremos desempenhar nosso melhor futebol no velho continente. Consequentemente, buscaremos a volta precoce ao Brasil como salvação à nossa carreira e felicidade.

http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=57

 

TAGS: atleta, barcelona, di stefano, evaristo de macedo, flamengo, futebol, futebol europeu, kubala, puskas, real madri, suárez, treinamentos

 

Postado por Paulo André em 29/05/2011 às 13:42h


Barcelona FC

Barcelona FC

 

Foi impressionante o jogo da tarde de sábado em que o Barça bateu o Manchester por 3 a 1. Messi, Xavi, Iniesta, Villa e cia trouxeram de volta a magia do futebol.

Para não ser injusto, eles vêm fazendo isso há mais de dois anos. Apresentam um futebol esquecido na Copa do Mundo de 82, quando o Brasil foi derrotado pela Itália de Paolo Rossi. Foi la que o futebol arte perdeu espaço para o futebol pragmático (de força e marcação). Não é a toa que essa equipe (na minha opinião mais talentosa) lembra muito a laranja mecânica (Holanda) de Rinus Mitchel da Copa de 1974. Aliás, foi o próprio Rinus que implantou todo o sistema de jogo e a forma de trabalho das categorias de base da equipe catalã. Fiquei sabendo disso esses dias e ainda ouvi de um grande entendedor do futebol espanhol que os dois meias da equipe junior são mais talentosos que Xavi e Ihiesta e que os da equipe juvenil são ainda melhores. Ele disse ainda que todos são treinados a partir do mesmo princípio de jogo adorado pelo povo catalão. E quem garante a continuidade desse legado é Yohan Cruiff, ex-capitão da laranja mecânica e atual presidente de honra do Barça.

Não tem quem não aprecie esse futebol jogado em conjunto, onde os valores individuais, apesar de geniais, não são mais importantes que o coletivo. Isso fica evidente quando vemos que todos os homens de meio e de ataque têm a oportunidade de fazer gols, de dar passes decisivos e de abrir espaço para os demais.

Todos grandes jogadores que fazem o que pouca gente faz no futebol moderno. Jogam simples, de primeira (não que seja simples jogar de primeira) impossibilitando que a marcação chegue a tempo de interceptar a bola. Para frente, para o lado ou para trás, não importa o sentido do passe, o que importa é fazer balançar a estrutura adversária, tocando de primeira à espera de uma brecha na defesa.

Ouvi bastante gente dizer que havia muito espaço na frente da área do clube inglês, mas gostaria de saber qual a sugestão deles para fechar aquele espaço? Da maneira como o Barça joga, é impossível. É a síndrome do cobertor curto: cobre-se a cabeça, deixa os pés de fora, cobrem-se os pés, é a cabeça que sobra. Resumindo, os dois zagueiros, Ferdinand e Vidic, ficavam sem função, pois não há um centro avante de área para que eles possam marcar. Com isso, sua equipe fica com dois jogadores a menos no “meio” contra uma equipe que não tem a menor pressa de chegar ao gol pois sabe que isso acontecerá pelo menos umas 20 vezes por partida.

Esses mesmos zagueiros, quando têm a necessidade de fazer uma intervenção, estão estáticos, obrigados a marcar jogadores que infiltram em alta velocidade. A ideia logica seria fechar os laterais e impedir essa infiltração dos meias e atacantes por dentro. Mas quando isso acontece, aparecem Dani Alves pela direita e Pedro pela esquerda, abertos em cima da linha, livres e com tempo de sobra para decidirem a melhor jogada.

Se o Manchester United conseguisse fazer o que fez nos primeiros cinco minutos de jogo, talvez tivessem alcançado melhor sorte. Fecharam com Park a saída do Daniel Alves pela direita e deixaram o lateral zagueiro Abidal, que tem menos qualidade, solto pela esquerda. Além disso, pressionaram Mascherano e Piquet na saída de bola, obrigando-os a forçarem o passe pelo meio.

Mas a inteligência e a qualidade de Messi, Xavi e Ihiesta fizeram com que eles próprios, dentro de campo, corrigissem o esquema. Começaram a sair do campo adversario e buscar a bola em seu próprio campo, trocando passes na área defensiva e mostrando ao United que não conseguiriam fazer aquela pressão por muito tempo. Dali pra frente, foi uma aula de futebol: passes de primeira, movimentação, marcação-pressão ao perder a bola e três golaços.

Parabéns ao Barça por nos fazer lembrar porque somos tão apaixonados pelo futebol.

PS: Como zagueiro, quero parabenizar o Piquet. O cara é incrível. Não deu um chutão, por mais apertado que estivesse. Para mim, ao lado de Vidic, são os melhores zagueiros do mundo.

Abs,
P.A

 

Foi impressionante o jogo da tarde de sábado em que o Barça bateu o Manchester por 3 a 1. Messi, Xavi, Iniesta, Villa e cia trouxeram de volta a magia do futebol.

Para não ser injusto, eles vêm fazendo isso há mais de dois anos. Apresentam um futebol esquecido na Copa do Mundo de 82, quando o Brasil foi derrotado pela Itália de Paolo Rossi. Foi la que o futebol arte perdeu espaço para o futebol pragmático (de força e marcação). Não é a toa que essa equipe (na minha opinião mais talentosa) lembra muito a laranja mecânica (Holanda) de Rinus Mitchel da Copa de 1974. Aliás, foi o próprio Rinus que implantou todo o sistema de jogo e a forma de trabalho das categorias de base da equipe catalã. Fiquei sabendo disso esses dias e ainda ouvi de um grande entendedor do futebol espanhol que os dois meias da equipe junior são mais talentosos que Xavi e Ihiesta e que os da equipe juvenil são ainda melhores. Ele disse ainda que todos são treinados a partir do mesmo princípio de jogo adorado pelo povo catalão. E quem garante a continuidade desse legado é Yohan Cruiff, ex-capitão da laranja mecânica e atual presidente de honra do Barça.

Não tem quem não aprecie esse futebol jogado em conjunto, onde os valores individuais, apesar de geniais, não são mais importantes que o coletivo. Isso fica evidente quando vemos que todos os homens de meio e de ataque têm a oportunidade de fazer gols, de dar passes decisivos e de abrir espaço para os demais.

Todos grandes jogadores que fazem o que pouca gente faz no futebol moderno. Jogam simples, de primeira (não que seja simples jogar de primeira) impossibilitando que a marcação chegue a tempo de interceptar a bola. Para frente, para o lado ou para trás, não importa o sentido do passe, o que importa é fazer balançar a estrutura adversária, tocando de primeira à espera de uma brecha na defesa.

Ouvi bastante gente dizer que havia muito espaço na frente da área do clube inglês, mas gostaria de saber qual a sugestão deles para fechar aquele espaço? Da maneira como o Barça joga, é impossível. É a síndrome do cobertor curto: cobre-se a cabeça, deixa os pés de fora, cobrem-se os pés, é a cabeça que sobra. Resumindo, os dois zagueiros, Ferdinand e Vidic, ficavam sem função, pois não há um centro avante de área para que eles possam marcar. Com isso, sua equipe fica com dois jogadores a menos no “meio” contra uma equipe que não tem a menor pressa de chegar ao gol pois sabe que isso acontecerá pelo menos umas 20 vezes por partida.

Esses mesmos zagueiros, quando têm a necessidade de fazer uma intervenção, estão estáticos, obrigados a marcar jogadores que infiltram em alta velocidade. A ideia logica seria fechar os laterais e impedir essa infiltração dos meias e atacantes por dentro. Mas quando isso acontece, aparecem Dani Alves pela direita e Pedro pela esquerda, abertos em cima da linha, livres e com tempo de sobra para decidirem a melhor jogada.

Se o Manchester United conseguisse fazer o que fez nos primeiros cinco minutos de jogo, talvez tivessem alcançado melhor sorte. Fecharam com Park a saída do Daniel Alves pela direita e deixaram o lateral zagueiro Abidal, que tem menos qualidade, solto pela esquerda. Além disso, pressionaram Mascherano e Piquet na saída de bola, obrigando-os a forçarem o passe pelo meio.

Mas a inteligência e a qualidade de Messi, Xavi e Ihiesta fizeram com que eles próprios, dentro de campo, corrigissem o esquema. Começaram a sair do campo adversario e buscar a bola em seu próprio campo, trocando passes na área defensiva e mostrando ao United que não conseguiriam fazer aquela pressão por muito tempo. Dali pra frente, foi uma aula de futebol: passes de primeira, movimentação, marcação-pressão ao perder a bola e três golaços.

Parabéns ao Barça por nos fazer lembrar porque somos tão apaixonados pelo futebol.

PS: Como zagueiro, quero parabenizar o Piquet. O cara é incrível. Não deu um chutão, por mais apertado que estivesse. Para mim, ao lado de Vidic, são os melhores zagueiros do mundo.

Abs,
P.A


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=48

 

TAGS: barcelona, futebol europeu, iniesta, liga dos campeões, manchester united, messi, paolo rossi, piquet, rinus mitchel, vidic, villa, xavi, yohan cruiff

 





Página(s): 1  

 

 

PESQUISE NO BLOG Pesquisar

CANAL OFICIAL DO YOUTUBE

 

Loading...

 

ver mais vídeos

 

 

ÚLTIMAS DO TWITTER

 



    Posts mais lidos

    • Vida de Torcedor
      Com o passar dos anos e acostumado a estar dentro das quatro linhas, a gente perde a noção de tudo o que ocorre no entorno de ...
    • A encruzilhada do futebol brasileiro
      Se dissermos que o jogo de futebol se divide em três princípios básicos e deles, todas as variações s&atil...
    • Esclarecimento
      Recebi centenas de recados pelo Twitter e decidi responder por aqui.  Vou reproduzir em palavras exatas a entrevista coletiva que dei ...
    • \"\"Campeões da América
      O grito fora libertado, conquistamos a América.  No gramado, enquanto aguardávamos a entrega das medalhas, a torcida r...
    • A fábula dos pênaltis
      O Chelsea sagrou-se campeão europeu no último sábado e para isso usou a histórica receita futebolística a...

     

    PALAVRAS-CHAVE

    agora é tarde águas de lindóia arte atleta atletismo audax ayrton senna barcelona blog brasil calendário campeonato brasileiro campeonato paulista campinas categoria de base cbf CCBB cesta do bem concentração conmebol copa de 70 copa de 74 copa do brasil copa do mundo copa são paulo corinthians cristiano ronaldo danilo gentili debate di stefano diego souza dr. osmar entrevista entrevistas esporte evaristo de macedo fernando fernandes ferreirão finanças fisioterapia flamengo frança futebol futebol brasileiro futebol europeu grafite guarani histórias hugo boss ídolos iniesta inspiração ipa jogos olímpicos juca entrevista juca kfouri juniors kajuru pergunta kaká kubala le mans lesão libertadores liga dos campeões livro manchester united martin l. king MASP maurren maggi messi michael jordan ministério público multimidia Mundial de Clubes nelson mandela o jogo da minha vida pânico paolo rossi papo de boleiro paulinho paulo andré piquet pré-temporada professor medina puskas ranking de clubes real madri recuperação reportagem rinus mitchel rio 2016 robinho ronaldo fenômeno seleção brasileira sindicato suárez sub-20 teste teste2 torcida treinamentos Troféu universidade do futebol vasco videos vidic villa wallace xavi yohan cruiff

     

    BLOG OFICIAL DO JOGADOR PAULO ANDRÉ. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

     

    Powered by