Resultados 1 - 19 de 19 resultados encontrados para 'corinthians'


Postado por Paulo André em 15/04/2012 às 19:14h


Final da primeira fase

 

Com o fim da primeira fase do Campeonato Paulista, aproveito esta noite de domingo para parabenizar meus companheiros pela excelente campanha. O que mais me chama a atenção até aqui é a qualidade do grupo. Não importa quem entra ou quem sai, a eficiência se mantém e os objetivos são conquistados a cada dia. 

O jogo de hoje foi mais uma prova de que o comando técnico, a organização tática e a disputa sadia por posições tem feito algo que há muito não se via num time de futebol no Brasil.

Grande parte dessa fluência dentro de campo é originária da bela direção feita pelo Roberto, Duilio, Edu Gaspar e presidente Mário Gobbi. Eles têm conduzido de maneira ímpar o depto. profissional, auxiliados por mais um mundo de pessoas que ficam nos bastidores e que são importantíssimos no dia a dia para que as coisas aconteçam de forma apropriada. (Edízio, Seu Miranda, Seu Carlos, Roberto, Fabrício, fisioterapeutas, o Mancha, Alex, Cleber e etc...) (...)


 

Com o fim da primeira fase do Campeonato Paulista, aproveito esta noite de domingo para parabenizar meus companheiros pela excelente campanha. O que mais me chama a atenção até aqui é a qualidade do grupo. Não importa quem entra ou quem sai, a eficiência se mantém e os objetivos são conquistados a cada dia. 

O jogo de hoje foi mais uma prova de que o comando técnico, a organização tática e a disputa sadia por posições tem feito algo que há muito não se via num time de futebol no Brasil.

Grande parte dessa fluência dentro de campo é originária da bela direção feita pelo Roberto, Duilio, Edu Gaspar e presidente Mário Gobbi. Eles têm conduzido de maneira impar o depto profissional, auxiliados por mais um mundo de pessoas que ficam nos bastidores e que são importantíssimos no dia a dia para que as coisas aconteçam de forma apropriada. (Edízio, Seu Miranda, Seu Carlos, Roberto, Fabrício, fisioterapeutas, o Mancha, Alex, Cleber e etc...) 

Como sabem, só atuei na primeira partida do campeonato e estou louco para voltar a jogar e contribuir de alguma forma com meus companheiros. Nada foi ganho ainda mas tenho certeza de que estamos no caminho certo.

Um abraço e boa semana a todos.

P.A


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=88

 

TAGS: futebol brasileiro, corinthians, campeonato paulista

 

Postado por Paulo André em 23/06/2012 às 13:30h


Paulo André é confirmado para o clássico

 

\"Foto:

O zagueiro Paulo André está recuperado e atuará no jogo deste domingo, 24/06, contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro. 

\"É um momento muito importante, mais um recomeço da minha carreira. Estou feliz e confiante para a partida e tenho certeza de que faremos um grande jogo no domingo\".

Em fevereiro deste ano, o atleta teve que passar por uma cirurgia no joelho direito e precisou ficar quase cinco meses afastado dos campos. 

\"O período de reabilitação é sempre muito difícil. Agradeço o apoio dos fisioterapeutas e do Departamento Médico do Corinthians, que sempre me deram todo o suporte necessário. Agora é hora de ajudar o time dentro de campo e, aos poucos, buscar uma vaga na equipe titular\". 

Corinthians e Palmeiras se enfrentam pela sexta rodada do Brasileirão neste domingo, 24/06, às 16h no estádio do Pacaembu.
 

 

O zagueiro Paulo André está recuperado e atuará no jogo deste domingo, 24/06, contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro. 

\"É um momento muito importante, mais um recomeço da minha carreira. Estou feliz e confiante para a partida e tenho certeza de que faremos um grande jogo no domingo\".

\"Foto:


Em fevereiro deste ano, o atleta teve que passar por uma cirurgia no joelho direito e precisou ficar quase cinco meses afastado dos campos. 

\"O período de reabilitação é sempre muito difícil. Agradeço o apoio dos fisioterapeutas e do Departamento Médico do Corinthians, que sempre me deram todo o suporte necessário. Agora é hora de ajudar o time dentro de campo e, aos poucos, buscar uma vaga na equipe titular\". 

Corinthians e Palmeiras se enfrentam pela sexta rodada do Brasileirão neste domingo, 24/06, às 16h no estádio do Pacaembu.


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=97

 

TAGS: corinthians

 

Postado por Paulo André em 04/12/2011 às 14:00h


A noite da véspera

A noite da véspera

 

Zagueiro do Corinthians, a pedido do JT, escreve texto para contar sua ansiedade e emoção um dia antes da decisão do Brasileirão (Postado por Assessoria)


\\\\\\\'Tentando tapear o nervosismo, me engano assistindo um filme, lendo um bom livro. Nada funciona. Mudo a estratégia e decido conversar com os colegas, eles poderão me distrair. Passo de quarto em quarto. Portas fechadas, silêncio total. Todos devem estar lutando suas próprias guerras. Assim desconfio, mas não ouso perguntar pois não quero atrapalhar a distração de ninguém. Será que estão imaginando como estaremos à noite, após a partida? Volto para minha cama, esboço uma tentativa de escrever algum capítulo do livro que estou finalizando, mas será impossível. Experimento dormir. Fecho os olhos. Escuto o barulho da torcida. Vejo o Pacaembu lotado. Ouço o apito do juiz e os detalhes da bola rolando até mim. O coração acelera. Desisto de dormir. Levanto. Me olho no espelho. Sorrio e penso: \\\\\\\"Chegou a hora\\\\\\\".

A cabeça está a mil. Sei que não há nada ganho. Fico apreensivo, pensando que pior do que não ter chegado até aqui seria entregar o título, de bandeja, ao adversário. Não posso permitir isso. Esse sofrimento poderia ter acabado na semana passada. Mas não aconteceu e agora já foi. Como consolo, digo a mim mesmo que em casa poderá ser ainda mais especial. A família estará presente. Temos um clássico pela frente.

Só nos falta um ponto, um bendito ponto. Sabemos como consegui-lo, estudamos o adversário. Repetimos exaustivamente os movimentos. Não cairemos na besteira de achar que já está ganho. No futebol ninguém jamais venceu por antecipação.

Abstraio, busco lembranças positivas. Sinto merecer essa conquista. Visualizo o último treino, cheio de brincadeiras, exatamente como nas 37 rodadas anteriores. Isso me tranquiliza. Esse grupo sabe o que quer. Tem alma, se emociona, se supera, surpreende. E está pronto para lutar pela coroação.

Penso na festa, nos meus sonhos de criança, realizados um a um. Mas ainda não consigo me entregar ao momento. Um frio na espinha me faz retomar a consciência, como um sinal de alerta que me faz colocar os pés no chão: Reconhecer a batalha que temos pela frente. Sentir nos ombros o amor e a pressão de mais de trinta milhões de sonhadores que esperam em nós.

Penso que é hora de descansar. Deixar as emoções do jogo para o momento certo. Desfrutar destes instantes que antecedem a partida. Jamais deixar de sonhar. Darei tudo para terminar o dia em cima do carro de bombeiro, comemorando pela cidade. Mas ainda nos falta um ponto, o ponto final.

Nesse turbilhão mental fiquei até poético e tento dar beleza a esse momento tão tenso, nada agradável. Termino esse texto reproduzindo como me sinto às vésperas de protagonizar o que parece ser a última cena de um filme muito, muito emocionante:

Num domingo qualquer, ainda criança, sonhei em correr pelo gramado, chutar bola, ganhar um troféu, me jogar no chão.

Num domingo qualquer, quando era garoto, sonhei em jogar futebol, ver o campo lotado, disputar um clássico, trocar camisa com o adversário.

Num domingo qualquer, já adulto, sonhei em dar entrevista, comemorar um gol com a galera, disputar um título e andar de carro de bombeiro.

Hoje é domingo e ainda sonho, aspirando alto, em ser campeão brasileiro.\\\\\\\'

Paulo André Benini, atleta, zagueiro do Corinthians e escritor ainda iniciante

 

Zagueiro do Corinthians, a pedido do JT, escreve texto para contar sua ansiedade e emoção um dia antes da decisão do Brasileirão (Postado por Assessoria)


\"Tentando tapear o nervosismo, me engano assistindo um filme, lendo um bom livro. Nada funciona. Mudo a estratégia e decido conversar com os colegas, eles poderão me distrair. Passo de quarto em quarto. Portas fechadas, silêncio total. Todos devem estar lutando suas próprias guerras. Assim desconfio, mas não ouso perguntar pois não quero atrapalhar a distração de ninguém. Será que estão imaginando como estaremos à noite, após a partida? Volto para minha cama, esboço uma tentativa de escrever algum capítulo do livro que estou finalizando, mas será impossível. Experimento dormir. Fecho os olhos. Escuto o barulho da torcida. Vejo o Pacaembu lotado. Ouço o apito do juiz e os detalhes da bola rolando até mim. O coração acelera. Desisto de dormir. Levanto. Me olho no espelho. Sorrio e penso: \"Chegou a hora\".

A cabeça está a mil. Sei que não há nada ganho. Fico apreensivo, pensando que pior do que não ter chegado até aqui seria entregar o título, de bandeja, ao adversário. Não posso permitir isso. Esse sofrimento poderia ter acabado na semana passada. Mas não aconteceu e agora já foi. Como consolo, digo a mim mesmo que em casa poderá ser ainda mais especial. A família estará presente. Temos um clássico pela frente.

Só nos falta um ponto, um bendito ponto. Sabemos como consegui-lo, estudamos o adversário. Repetimos exaustivamente os movimentos. Não cairemos na besteira de achar que já está ganho. No futebol ninguém jamais venceu por antecipação.

Abstraio, busco lembranças positivas. Sinto merecer essa conquista. Visualizo o último treino, cheio de brincadeiras, exatamente como nas 37 rodadas anteriores. Isso me tranquiliza. Esse grupo sabe o que quer. Tem alma, se emociona, se supera, surpreende. E está pronto para lutar pela coroação.

Penso na festa, nos meus sonhos de criança, realizados um a um. Mas ainda não consigo me entregar ao momento. Um frio na espinha me faz retomar a consciência, como um sinal de alerta que me faz colocar os pés no chão: Reconhecer a batalha que temos pela frente. Sentir nos ombros o amor e a pressão de mais de trinta milhões de sonhadores que esperam em nós.

Penso que é hora de descansar. Deixar as emoções do jogo para o momento certo. Desfrutar destes instantes que antecedem a partida. Jamais deixar de sonhar. Darei tudo para terminar o dia em cima do carro de bombeiro, comemorando pela cidade. Mas ainda nos falta um ponto, o ponto final.

Nesse turbilhão mental fiquei até poético e tento dar beleza a esse momento tão tenso, nada agradável. Termino esse texto reproduzindo como me sinto às vésperas de protagonizar o que parece ser a última cena de um filme muito, muito emocionante:

Num domingo qualquer, ainda criança, sonhei em correr pelo gramado, chutar bola, ganhar um troféu, me jogar no chão.

Num domingo qualquer, quando era garoto, sonhei em jogar futebol, ver o campo lotado, disputar um clássico, trocar camisa com o adversário.

Num domingo qualquer, já adulto, sonhei em dar entrevista, comemorar um gol com a galera, disputar um título e andar de carro de bombeiro.

Hoje é domingo e ainda sonho, aspirando alto, em ser campeão brasileiro\".

Paulo André Benini, atleta, zagueiro do Corinthians e escritor ainda iniciante


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=63

 

TAGS: campeonato brasileiro, corinthians

 

Postado por Paulo André em 28/11/2011 às 20:36h


Momento de decisão

Momento de decisão

 

Você que me acompanhou o ano inteiro pelo blog sabe que estamos vivendo um momento especial. Sabe também que nos últimos 12 meses passei por altos e baixos. Tive que ser persistente, paciente, corajoso, humilde e ousado. Tomei difíceis decisões e tive personalidade para assumir algumas posições com firmeza, dentro e fora de campo. No fundo, a intenção sempre foi mostrar um lado mais humano do jogador de futebol.

Devo confessar que, nesse momento, minhas atenções estão exclusivamente voltadas para o jogo do próximo final de semana contra o Palmeiras, que decidirá o título de Campeão Brasileiro. Desde o final da partida de ontem, só um pensamento:

“Tudo ficou para o último jogo do campeonato e, no fim, só ele que vale”.

Com isso, outra constatação:

Pressão, tensão e frio na barriga são ingredientes inerentes a este momento. E vão durar até que o juiz apite o final do jogo no domingo. Não tem como fugir. É hora de enfrentar. Concentração, disposição e paixão são elementos fundamentais que devem ser prioridade para que os anteriores sejam, de certa maneira, inibidos.

Estamos no meio do turbilhão mas, acima de tudo, sabemos exatamente quem somos e aonde queremos chegar. Resumindo, a ordem é fazer exatamente o que nos trouxe até esse momento. Não precisamos mudar, simplesmente repetir o que fazemos há 37 rodadas.

Então, como escrevi por aqui o ano inteiro, venho (mais uma vez) dividir com vocês este momento.

Vai Corinthians!

Um abraço,

P.A

 

Você que me acompanhou o ano inteiro pelo blog sabe que estamos vivendo um momento especial. Sabe também que nos últimos 12 meses passei por altos e baixos. Tive que ser persistente, paciente, corajoso, humilde e ousado. Tomei difíceis decisões e tive personalidade para assumir algumas posições com firmeza, dentro e fora de campo. No fundo, a intenção sempre foi mostrar um lado mais humano do jogador de futebol.

Devo confessar que, nesse momento, minhas atenções estão exclusivamente voltadas para o jogo do próximo final de semana contra o Palmeiras, que decidirá o título de Campeão Brasileiro. Desde o final da partida de ontem, só um pensamento:

“Tudo ficou para o último jogo do campeonato e, no fim, só ele que vale”.

Com isso, outra constatação:

Pressão, tensão e frio na barriga são ingredientes inerentes a este momento. E vão durar até que o juiz apite o final do jogo no domingo. Não tem como fugir. É hora de enfrentar. Concentração, disposição e paixão são elementos fundamentais que devem ser prioridade para que os anteriores sejam, de certa maneira, inibidos.

Estamos no meio do turbilhão mas, acima de tudo, sabemos exatamente quem somos e aonde queremos chegar. Resumindo, a ordem é fazer exatamente o que nos trouxe até esse momento. Não precisamos mudar, simplesmente repetir o que fazemos há 37 rodadas.

Então, como escrevi por aqui o ano inteiro, venho (mais uma vez) dividir com vocês este momento.

Vai Corinthians!

Um abraço,

P.A


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=62

 

TAGS: campeonato brasileiro, corinthians, paulo andré

 

Postado por Paulo André em 24/05/2012 às 22:16h


Vida de Torcedor

 

Com o passar dos anos e acostumado a estar dentro das quatro linhas, a gente perde a noção de tudo o que ocorre no entorno de um estádio de futebol. Mas no jogo Corinthians x Vasco tive uma aula e, logo que avistei o estádio, imerso num mar preto e branco, resolvi descer do taxi e seguir adiante, a pé, por entre os fieis que entoavam gritos de guerra e aqueciam as gargantas para o épico duelo que estava por vir.

Olhava ao redor, admirado com aquela confusão para chegar, para estacionar (pagando até 50 reais para um flanelinha cuidar do seu carro) e me movimentar entre milhares de pessoas. Parecia haver pelo menos 60 mil loucos nos arredores do Pacaembu, hipnotizados pelo clima e pela energia que emanava da praça Charles Miller, onde a concentração de torcedores era ainda maior.

Mais próximo dos portões, as filas para entrar no estádio eram estratosféricas e as pessoas iam e vinham sem se importar com o tumulto. Para eles aquilo pouco importava, todos eram suficientemente experientes, na arte do corinthianismo, para saber que se a recompensa viesse ao final da partida, todo o sofrimento pareceria insignificante.

No meu caminho até o vestiário pude observar que, aliado aos cânticos de vitória, pessoas seguiam seus rituais de fé. O taxista que me largara ali estava com o agasalho da Gaviões e disse que com aquela roupa jamais perdera uma partida. Num grupo próximo ao portão 23 alguém pediu para ligar para a esposa para dar sorte e o outro disse, abraçando a mulher, que havia ganho todos os jogos que assistiram juntos (...)

 

Com o passar dos anos e acostumado a estar dentro das quatro linhas, a gente perde a noção de tudo o que ocorre no entorno de um estádio de futebol. Mas no jogo Corinthians x Vasco tive uma aula e, logo que avistei o estádio, imerso num mar preto e branco, resolvi descer do taxi e seguir adiante, a pé, por entre os fieis que entoavam gritos de guerra e aqueciam as gargantas para o épico duelo que estava por vir.

Olhava ao redor, admirado com aquela confusão para chegar, para estacionar (pagando até 50 reais para um flanelinha cuidar do seu carro) e me movimentar entre milhares de pessoas. Parecia haver pelo menos 60 mil loucos nos arredores do Pacaembu, hipnotizados pelo clima e pela energia que emanava da praça Charles Miller, onde a concentração de torcedores era ainda maior.

Mais próximo dos portões, as filas para entrar no estádio eram estratosféricas e as pessoas iam e vinham sem se importar com o tumulto. Para eles aquilo pouco importava, todos eram suficientemente experientes, na arte do corinthianismo, para saber que se a recompensa viesse ao final da partida, todo o sofrimento pareceria insignificante.

No meu caminho até o vestiário pude observar que, aliado aos cânticos de vitória, pessoas seguiam seus rituais de fé. O taxista que me largara ali estava com o agasalho da Gaviões e disse que com aquela roupa jamais perdera uma partida. Num grupo próximo ao portão 23 alguém pediu para ligar para a esposa para dar sorte e o outro disse, abraçando a mulher, que havia ganho todos os jogos que assistiram juntos. Suas superstições pessoais tinham como intuito, pelo menos na minha cabeça, espantar todos os espíritos maus que tentariam boicotar os planos de São Jorge para aquela noite... 

Eu, um cético por natureza, descartaria veementemente todas essas repetições e crendices mas, inconscientemente, havia acabado de enfrentar a minha própria superstição ao sair de casa. Na última partida em que fui ao Pacaembu, perdemos para a Ponte Preta por 3 a 2. Achei que tinha dado azar e fiquei tão nervoso que prometi a mim mesmo que só voltaria lá no dia em que eu estivesse recuperado para jogar. 

Não aguentei...

Fui ao vestiário, cumprimentei os companheiros e fiz a oração. Nos olhos, eles carregavam a confiança e a serenidade para a batalha campal que seria travada lá no gramado. Era impressionante a concentração daqueles caras. Assim que partiram em direção ao túnel, eu fui para as arquibancadas.

Lá do alto, o gramado parece maior. Os espaços são enormes e a velocidade do jogo é outra. É possível ver e antever cada lance e mais do que isso, é possível ver um outro palco, de concreto, onde se misturam povos, raças e culturas. Pessoas de diferentes credos e classes sociais se amontoam como irmãos, levantam a mesma bandeira, se abraçam e sofrem juntos. E ali, no meio da multidão, ocorre um espetáculo paralelo ao jogo em si, onde o teatro da vida não finge, não faz de conta, ele simplesmente transborda a verdade, os sentimentos e os instintos mais puros do ser humano. E é entre a alegria e a tristeza, o sorriso e o choro, o medo e a tensão, o amor e o ódio, que está enraizada a grande magia do futebol!

O cômico de tudo isso é que lá de cima, agimos como se estivéssemos controlando marionetes, empurrando-os para frente e para trás. Eu estava assim. Com as mãos e com os gritos pedimos mais força, mais velocidade, mais amor. Alertamos sobre os perigos e as tentativas do adversário. Somos todos treinadores com soluções mágicas e instantâneas para resolver os problemas daqueles onze guerreiros que representam nossa maior paixão. E fazemos tudo isso de coração, com a intenção de ajudar, mesmo que, às vezes, extrapolemos.

E como grandes atores da vida real, eu e mais de 35 mil apaixonados sofremos quando Diego Souza escapou sozinho em direção ao gol. Segundos se tornaram horas, lembranças ruins invadiram nossas mentes enquanto o atacante vascaíno invadia nossa grande área. O silêncio pairou no ar. Os pulmões travaram, ninguém ousou se mexer. Ficamos estáticos, aguardando o desfecho daquela tragédia anunciada. Eis então que surgiu um gigante, de nome Cássio, para salvar a nação, a pátria, o nosso sonho e o nosso gol. 

Quando a bola rolou, carinhosamente para fora, o estádio todo explodiu, vizinhos se abraçaram, comemoraram e voltaram a sorrir. Estávamos na luta, estávamos no jogo novamente. E no lance seguinte, em meio a nossa festa, nem nos preocuparmos com a bola que tocou o travessão, foi tudo muito rápido. Só me lembro do alívio que senti. A partir daí, a torcida não parou de cantar, como se tivesse certeza de que aquele fato só viria a confirmar que o final daquela peça seria um final feliz. 

O gol do Paulinho, aos 43 minutos do segundo tempo, foi o clímax da obra. Não sei quantas pessoas eu abracei, não me lembro. Quando dei por mim, estava de pé, em cima das cadeiras, pulando e cantando o hino do clube. Cada irmão comemorava de um jeito: uns choravam, outros gritavam e tinha aqueles que agradeciam aos céus. 

Paulinho foi abençoado e retribuiu abençoando a noite de milhões de pessoas.

E então, depois de todo aquele sofrimento, já quase sem voz de tanto gritar, percebo que na verdade estamos falando de uma marionete ao contrário, onde quem movimenta as mãos indicando o caminho somos nós, os torcedores, mas no fim de cada lance, somos nós também, os loucos, que reagimos aos movimentos dos bonequinhos lá embaixo. Essa é a vida do torcedor.

Por isso, parabéns a todos vocês. 

Espero estar no campo na próxima vez, torcedor sofre demais! 

Um abraço,

P.A

 


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TAGS: libertadores, torcida, corinthians, vasco, paulinho, diego souza

 

Postado por Paulo André em 05/07/2012 às 10:48h


É campeão!!!

 

 

 

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Salve o Corinthians
O campeão dos campeões
Eternamente dentro dos nossos corações

Salve o Corinthians
De tradições e glórias mil
Tu és o orgulho dos desportistas do Brasil


Teu passado é uma bandeira
Teu presente é uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão 

 

Corinthians grande o
Sempre altaneiro 
És do Brasil, o clube mais brasileiro

 

Teu passado é uma bandeira
Teu presente é uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão 

 

Corinthians grande
Sempre altaneiro 
És do Brasil o clube mais brasileiro

 


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Salve o Corinthians
O campeão dos campeões
Eternamente dentro dos nossos corações

Salve o Corinthians
De tradições e glórias mil
Tu és o orgulho dos desportistas do Brasil


Teu passado é uma bandeira
Teu presente é uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão 

 

Corinthians grande o
Sempre altaneiro 
És do Brasil, o clube mais brasileiro

 

Teu passado é uma bandeira
Teu presente é uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão 

 

Corinthians grande
Sempre altaneiro 
És do Brasil o clube mais brasileiro


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TAGS: libertadores, torcida, corinthians

 

Postado por Paulo André em 05/07/2012 às 12:34h


Campeões da América

 

\"\"O grito fora libertado, conquistamos a América. 

No gramado, enquanto aguardávamos a entrega das medalhas, a torcida resolveu homenagear os campeões, um a um. Nós jogadores acompanhamos o som que ecoava das arquibancadas, gritamos juntos, em reconhecimento e gratidão pela raça com que os atletas representaram o time dentro de campo. 

O momento foi sublime, daqueles que dá vontade de apertar o “pause” e ficar horas desfrutando, apreciando, repetindo. Parecia impossível sentir mais alegria, estar mais completo. 

Mas aqui é Corinthians e a surpresa, para mim, foi quando esse bando de loucos começou a gritar o nome do Julio Cesar, reconhecendo seus 10 anos de clube e tudo o que ele tinha feito pelo time. Os jogadores se entreolharam e pude perceber a alegria estampada nos olhos de cada um pois a torcida tinha entendido a importância do nosso “querido” Julio. Ele merecia essa homenagem. 

A nação seguiu gritando, nome por nome. 

Ramon, Wallace, Weldinho, William... Paulo André... Paulo André? Eu também fazia parte daquilo e foi ali que a ficha caiu e vivi um dos momentos mais mágicos da minha vida. (...)

 

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O grito fora libertado, conquistamos a América. 

No gramado, enquanto aguardávamos a entrega das medalhas, a torcida resolveu homenagear os campeões, um a um. Nós jogadores acompanhamos o som que ecoava das arquibancadas, gritamos juntos, em reconhecimento e gratidão pela raça com que os atletas representaram o time dentro de campo. 

O momento foi sublime, daqueles que dá vontade de apertar o “pause” e ficar horas desfrutando, apreciando, repetindo. Parecia impossível sentir mais alegria, estar mais completo. 

Mas aqui é Corinthians e a surpresa, para mim, foi quando esse bando de loucos começou a gritar o nome do Julio Cesar, reconhecendo seus 10 anos de clube e tudo o que ele tinha feito pelo time. Os jogadores se entreolharam e pude perceber a alegria estampada nos olhos de cada um pois a torcida tinha entendido a importância do nosso “querido” Julio. Ele merecia essa homenagem. 

A nação seguiu gritando, nome por nome. 

Ramon, Wallace, Weldinho, William... Paulo André... Paulo André? Eu também fazia parte daquilo e foi ali que a ficha caiu e vivi um dos momentos mais mágicos da minha vida. 

Jamais vou esquecer.

No vestiário, a felicidade estava estampada no rosto de um grupo campeão. Quase todos tinham os olhos marejados, o sorriso nos lábios e a gratidão no coração. Um time vencedor que construiu seu sucesso às custas de sofrimeto e suor. A linha defensiva que fez história nessa Taça Libertadores e tomou apenas 4 gols em 14 jogos era, por ironia do destino, a mesma que jogou e foi duramente criticada naquela fatídica desclassificação para o Tolima, ano passado.

Alessandro, Chicão, Castán e Fabio Santos eram ajudados naquela noite por Ralf e Paulinho.

Méritos à direção e ao Tite, que tiveram paciência, sabedoria e um projeto muito bem definido. 

Esse será o tema do próximo post porque hoje não é dia de escrever, só de comemorar.

Parabéns a todos os corinthianos, em especial ao meu pai Arnaldo, meu irmão Rafael, minha irmã Mirella e meus primos João Guilherme, João Flávio e Cristiano, que estiveram comigo ontem no Pacaembu.

 

Abs,

P.A


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=100

 

TAGS: libertadores, torcida, corinthians

 

Postado por Paulo André em 30/07/2012 às 15:22h


Dupla Paulo André e Wallace mantém condição de invictos

 

Apesar do empate em 0 a 0 com o Bahia, o Corinthians continua invicto quando a zaga é formada por Paulo André e Wallace. Com os dois em campo, foram sete partidas sem perder (incluindo três clássicos em 2011), totalizando uma média de 0,28 gols tomados e aproveitamento de 71,42%.

Para Paulo André, a parceria funciona por conta do entrosamento dos dois zagueiros dentro e fora de campo. 

\"No dia a dia temos muitas coisas em comum, somos amigos e dividimos o mesmo gosto pela leitura. Já o fato dele ter a mesma leitura de jogo que eu é um facilitador dentro de campo. O Wallace tem uma marcação forte e velocidade, qualidades que acabam se complementando com as minhas características\", explica. (...)

 

Apesar do empate em 0 a 0 com o Bahia, o Corinthians continua invicto quando a zaga é formada por Paulo André e Wallace. Com os dois em campo, foram sete partidas sem perder (incluindo três clássicos em 2011), totalizando uma média de 0,28 gols tomados e aproveitamento de 71,42%.

Para Paulo André, a parceria funciona por conta do entrosamento dos dois zagueiros dentro e fora de campo. 

\"No dia a dia temos muitas coisas em comum, somos amigos e dividimos o mesmo gosto pela leitura. Já o fato dele ter a mesma leitura de jogo que eu é um facilitador dentro de campo. O Wallace tem uma marcação forte e velocidade, qualidades que acabam se complementando com as minhas características\", explica.

 

Paulo André e Wallace em campo:

17/04/1022
Santo André 0x2 Corinthians

21/09/2011
São Paulo 0x0 Corinthians

24/06/2011
Corinthians 1x0 Bahia

04/12/2012
Corinthians 0x0 Palmeiras [Wallace de volante] 

24/06/2012
Corinthians 2x1 Palmeiras

08/07/2012
Sport 1x1 Corinthians

29/07/2012
Bahia 0x0 Corinthians

Médias de gols tomados: 0,28
Aproveitamento: 71,42% 
 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=106

 

TAGS: paulo andré, wallace, corinthians, campeonato brasileiro

 

Postado por Paulo André em 03/08/2012 às 16:17h


Paulo André e Wallace: sintonia e invencibilidade na zaga do Timão

 

\"Foto:

 

por André Pires e Felipe Piccoli / Marca

Um tímido, o outro muito extrovertido. Diferentes até na hora de falar, Wallace e Paulo André se encaixam perfeitamente em campo. Os próprios companheiros reconhecem que a sintonia da dupla é diferente. O resultado disso está no retrospecto. Jogando juntos como titulares, os dois nunca perderam. São seis partidas de invencibilidade, com três vitórias e três empates. Contra o Vasco, a parceria vai se repetir, já que Chicão foi vetado pelos médicos por causa de um edema na coxa esquerda.

“Eu gosto de jogar com o Wallace porque as características dele são complementares. Ele é de força e mobilidade. É inteligente na leitura do jogo. Gostaria de manter esta invencibilidade”, destacou Paulo André, que também foi elogiado pelo companheiro de zaga.

“O Paulo (André) passa muita segurança. Ele orienta bastante”, resumiu o defensor.

Apesar do sucesso da dupla, os dois fazem questão de exaltar a importância do esquema tático e do empenho dos 11 jogadores para manter o bom nível defensivo. (...)

 

\"Foto:
por André Pires e Felipe Piccoli / Marca

Um tímido, o outro muito extrovertido. Diferentes até na hora de falar, Wallace e Paulo André se encaixam perfeitamente em campo. Os próprios companheiros reconhecem que a sintonia da dupla é diferente. O resultado disso está no retrospecto. Jogando juntos como titulares, os dois nunca perderam. São seis partidas de invencibilidade, com três vitórias e três empates. Contra o Vasco, a parceria vai se repetir, já que Chicão foi vetado pelos médicos por causa de um edema na coxa esquerda.

“Eu gosto de jogar com o Wallace porque as características dele são complementares. Ele é de força e mobilidade. É inteligente na leitura do jogo. Gostaria de manter esta invencibilidade”, destacou Paulo André, que também foi elogiado pelo companheiro de zaga.

“O Paulo (André) passa muita segurança. Ele orienta bastante”, resumiu o defensor.

Apesar do sucesso da dupla, os dois fazem questão de exaltar a importância do esquema tático e do empenho dos 11 jogadores para manter o bom nível defensivo. 

“Todo mundo marca, corre, ajuda. A bola chega quebrada no setor defensivo. Quando você tem um time que corre um pelo outro, pode colocar uma estátua que vai dar jeito”, analisou Walacce, até de forma exagerada.

Se parece fácil jogar na zaga corintiana, domingo a missão será complicada. A dupla terá que segurar Alecsandro, atacante do Vasco e artilheiro do Brasileirão com oito gols.

“O Alecsandro é um dos melhores atacantes. Ele é um jogador da moda antiga, a bola sempre sobra no pé dele. Precisa ter atenção redobrada”, ressalta Paulo André.

Além do trabalho com Alecsandro, os corintianos esperam muita pressão no Rio de Janeiro, pois a equipe criou uma grande rivalidade com o Vasco desde o ano passado. 

“Revanche não, mas jogar lá nunca é fácil. Temos que manter nosso estilo de jogo em campo”, disse Paulo André.

 


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Postado por Paulo André em 13/08/2012 às 13:31h


No Timão, Paulo André descarta focar no Mundial

 

por LANCEPRESS

Em entrevista coletiva concedida na reapresentação do Corinthians na manhã desta segunda-feira, no Parque Ecológico, o zagueiro Paulo André afirmou que ainda é muito cedo para pensar no Chelsea (ING) e na disputa do Mundial de clubes. Para o jogador, até o final do ano muita coisa deve mudar, tanto no provável adversário em uma final, como no próprio Timão:

- Na minha cabeça ainda não passa Mundial. Quando chegar em novembro vamos olhar mais o Chelsea, porque até lá o time mexe muito. Está começando a temporada lá, tem muita água pra rolar. Mesmo no nosso time, até lá, quem não corresponder não fará parte dos 11 que irão jogar - disse o atleta.

Para o zagueiro corintiano, que assumiu a titularidade da equipe após a saída de Leandro Castán, a recuperação da equipe no Brasileiro, com oito jogos sem derrota, mostra que o elenco é forte e está concentrado: (...)

 

 

por LANCEPRESS

Em entrevista coletiva concedida na reapresentação do Corinthians na manhã desta segunda-feira, no Parque Ecológico, o zagueiro Paulo André afirmou que ainda é muito cedo para pensar no Chelsea (ING) e na disputa do Mundial de clubes. Para o jogador, até o final do ano muita coisa deve mudar, tanto no provável adversário em uma final, como no próprio Timão:

- Na minha cabeça ainda não passa Mundial. Quando chegar em novembro vamos olhar mais o Chelsea, porque até lá o time mexe muito. Está começando a temporada lá, tem muita água pra rolar. Mesmo no nosso time, até lá, quem não corresponder não fará parte dos 11 que irão jogar - disse o atleta.

Para o zagueiro corintiano, que assumiu a titularidade da equipe após a saída de Leandro Castán, a recuperação da equipe no Brasileiro, com oito jogos sem derrota, mostra que o elenco é forte e está concentrado:

- O histórico recente mostra isso. A dificuldade depois de um grande título, de retomar o ritmo, conquistar pontos, ainda mais pela dificuldade que é o Brasileiro. Isso é mérito do Tite, dos jogadores. Se não me engano, é a quinta melhor campanha, oito jogos sem derrota. É um grupo que gosta de vitória - afirmou.

Paulo André é presença certa na equipe encara o Internacional, no Pacaembu, às 21h da próxima quinta-feira.


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Postado por Paulo André em 17/08/2012 às 11:30h


Corinthians 1 x 0 Inter - Gol do Paulo André

 

Assista ao gol do Paulo André sobre o Internacional. Campeonato Brasileiro 2012. Mande por aqui seu parabéns ao zagueirão!

 

 

 

 

 

Assista ao gol do Paulo André sobre o Internacional. Campeonato Brasileiro 2012. Mande por aqui seu parabéns ao zagueirão!

 

 

 

 


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Postado por Paulo André em 04/09/2012 às 09:00h


Paulo André é eleito o Cara da 21ª rodada

 

por LANCEPRESS!

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Autor do gol da vitória do Corinthians sobre o Atlético-MG, no último domingo, no Pacaembu, o zagueiro Paulo André foi recompensado ao ser eleito o Cara da 21ª rodada do Brasileiro pelos internautas do LANCENET!. O jogador recebeu 353 votos, ou 28,3% do total.

Os dois principais concorrentes do zagueiro ao troféu foram uruguaios. Em segundo lugar ficou Diego Forlán, do Internacional, que finalmente desencantou pelo Colorado, ao marcar duas vezes na goleada de 4 a 1 sobre o Flamengo. O atacante recebeu 239 votos (ou 19,2% do total). E em terceiro, completando o pódio, ficou o botafoguense Lodeiro, com 232 votos, ou 18,6% dos votos.

Paulo André se torna o quarto jogador do Corinthians a receber o prêmio. Antes dele, Romarinho (na sexta rodada), Douglas (na décima) e Paulinho (na 12ª) já haviam sido eleitos (...)

 

 

por LANCEPRESS!

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Autor do gol da vitória do Corinthians sobre o Atlético-MG, no último domingo, no Pacaembu, o zagueiro Paulo André foi recompensado ao ser eleito o Cara da 21ª rodada do Brasileiro pelos internautas do LANCENET!. O jogador recebeu 353 votos, ou 28,3% do total.

Os dois principais concorrentes do zagueiro ao troféu foram uruguaios. Em segundo lugar ficou Diego Forlán, do Internacional, que finalmente desencantou pelo Colorado, ao marcar duas vezes na goleada de 4 a 1 sobre o Flamengo. O atacante recebeu 239 votos (ou 19,2% do total). E em terceiro, completando o pódio, ficou o botafoguense Lodeiro, com 232 votos, ou 18,6% dos votos.

Paulo André se torna o quarto jogador do Corinthians a receber o prêmio. Antes dele, Romarinho (na sexta rodada), Douglas (na décima) e Paulinho (na 12ª) já haviam sido eleitos.

O Cara da Rodada é um prêmio do LANCE! ao jogador escolhido pelos internautas como o melhor da rodada. Ao final de cada jogo, uma enquete é disponibilizada com os três melhores de cada equipe, e o melhor vai para a enquete do Cara da Rodada.

Veja quem já conquistou o prêmio:

1ª - Herrera (Botafogo)

2ª - Lucas (Botafogo)

3ª - Alecsandro (Vasco)

4ª - Vagner Love (Flamengo)

5ª - Mazinho (Palmeiras)

6ª - Romarinho (Corinthians)

7ª - Adryan (Flamengo)

8ª - Cidinho (Botafogo)

9ª - Danilo (Corinthians)

10ª - Douglas (Corinthians)

11ª - Obina (Palmeiras)

12ª - Paulinho (Corinthians)

13ª - Luis Fabiano (São Paulo)

14ª - Seedorf (Botafogo)

15ª - Barcos (Palmeiras)

16ª - Vagner Love (Flamengo)

17ª - Barcos (Palmeiras)

18ª - Vagner Love (Flamengo)

19ª - Luis Fabiano (São Paulo)

20ª - Luis Fabiano (São Paulo)

21ª - Paulo André (Corinthians)

 


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Postado por Paulo André em 08/09/2012 às 10:00h


Em ascensão, Paulo André avisa: Dá para evoluir mais

 

por Felipe Piccoli / Marca

O gol decisivo marcado sobre o Atlético-MG, na vitória por 1 a 0, domingo, evidencia ainda mais uma virtude e a evolução de Paulo André na temporada. Substituto de Leandro Castán, vendido para a Roma, após a conquista da Taça Libertadores, o camisa 13 corintiano mostra, pela melhoria nos seus números de quesitos técnicos, que está em franca ascensão, perto de chegar à mesma efetividade apresentada pelo antigo dono da posição pelo lado esquerdo da zaga corintiana, companheiro do experiente Chicão. 

Para o defensor, de 29 anos, que passou por uma artroscopia no joelho direito no começo do ano e ficou cinco meses em tratamento, a evolução nos seus números tem uma explicação simples. 

“Eu fiz quinze jogos seguidos. Fazia tempo que não conseguia uma sequência como esta. Nesta última semana que estava suspenso, fiz trabalho específico e deu para ver a diferença no jogo. Quando se treina, dá para ver a diferença. Ou seja, treino, sequência de jogos, ritmo e confiança, não só para mim, mas para qualquer jogador, consegue apresentar um bom futebol” (...)

 

 

por Felipe Piccoli / Marca

O gol decisivo marcado sobre o Atlético-MG, na vitória por 1 a 0, domingo, evidencia ainda mais uma virtude e a evolução de Paulo André na temporada. Substituto de Leandro Castán, vendido para a Roma, após a conquista da Taça Libertadores, o camisa 13 corintiano mostra, pela melhoria nos seus números de quesitos técnicos, que está em franca ascensão, perto de chegar à mesma efetividade apresentada pelo antigo dono da posição pelo lado esquerdo da zaga corintiana, companheiro do experiente Chicão. 

Para o defensor, de 29 anos, que passou por uma artroscopia no joelho direito no começo do ano e ficou cinco meses em tratamento, a evolução nos seus números tem uma explicação simples. 

“Eu fiz quinze jogos seguidos. Fazia tempo que não conseguia uma sequência como esta. Nesta última semana que estava suspenso, fiz trabalho específico e deu para ver a diferença no jogo. Quando se treina, dá para ver a diferença. Ou seja, treino, sequência de jogos, ritmo e confiança, não só para mim, mas para qualquer jogador, consegue apresentar um bom futebol”, disse o zagueiro que, porém, ainda está abaixo do nível de atuação que Leandro Castán apresentou durante os 29 jogos nos quais atuou antes de se transferir. 

Em 15 jogos nesta temporada, Paulo André soma, em média por partida, os seguintes números em quesitos técnicos: 1,3 desarme certo, 8,1 rebatidas, 23,2 passes certos, 0,8 falta cometida e 2,3 lançamentos certos. Ainda marcou dois gols e levou quatro cartões amarelos. Ciente de que ainda tem muito para crescer até a disputa do Mundial de Clubes, o zagueiro entende que é preciso fazer pequenos ajustes. 

“Ainda dá para evoluir mais. Desde que comecei a jogar, em junho, já mudaram algumas coisas. Agora começa a fazer ajustes de potência e outros detalhes. É adaptar e cuidar dos detalhes”, disse o defensor.
 


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Postado por Paulo André em 03/09/2012 às 10:00h


Corinthians 1 x 0 Atlético-MG - Gol do Paulo André

 

Assista ao gol do Paulo André sobre o Atlético-MG. Campeonato Brasileiro 2012. Mande por aqui seu parabéns ao zagueirão!

 

 

 

 

 

Assista ao gol do Paulo André sobre o Atlético-MG. Campeonato Brasileiro 2012. Mande por aqui seu parabéns ao zagueirão!

 

 

 

 


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Postado por Paulo André em 22/09/2012 às 22:47h


Mais um dia de jogador...

 

\"Angelo

Hoje, sábado de manhã, acordei às 7:30h. Trinta minutos antes do alarme despertar. Essa ansiedade deve ter sido por conta de eu ter esquecido o horário do treino. Às vezes tenho que chegar ao clube às 9h, para começar o treino 9:30h. Em outras oportunidades, dependendo das circunstâncias, devo chegar 9:30h para estar pronto às 10h. Ou seja, na dúvida entre acordar 8 ou 8:30h, abri os olhos 7:30h e fui fazer minha mala de viagem para a concentração.

Minha mala é pequena e já me acompanha há um bom tempo. Quando vou “fazê-la” me lembro daqueles armários dos desenhos em quadrinhos, sempre com as mesmas roupas. Faço tudo em modo automático. Meia, cueca, shorts, camiseta, blusa de frio (tudo do Corinthians). Vou jogando tudo lá dentro, pensando que ainda poderia estar dormindo se eu tivesse certeza de que o treino seria às 9:30h. Coloco o computador, carregador de celular e o livro que estou lendo no momento, do Rafael Nadal. Nem me preocupo com a nécessaire, ela nunca sai lá de dentro.

Enquanto escovo os dentes me lembro que tenho que ir de calça jeans. Quando jogamos “fora de casa”, ela é, ao lado de uma “camiseta de viagem” do clube, o uniforme obrigatório. Pego o primeiro jeans que aparece na minha frente e, aproveitando que o jogo será no Rio de Janeiro, resolvo colocar um óculos escuro. Tudo pronto para sair.

Na porta de casa me pergunto se não seria melhor ir de taxi para o clube.

Entro no elevador achando engraçado o \"cara\" não se lembrar do horário do treino mas saber, com certeza, que a volta da viagem será pelo aeroporto de Congonhas. Não vi essa informação no painel do vestiário mas sei que sempre que jogamos no Rio de Janeiro, o clube prefere aterrissar no aeroporto de Santos Dumont, que fica pertinho de Copacabana, onde ficaremos concentrados (...)

 

\"Angelo

Hoje, sábado de manhã, acordei às 7:30h. Trinta minutos antes do alarme despertar. Essa ansiedade deve ter sido por conta de eu ter esquecido o horário do treino. Às vezes tenho que chegar ao clube às 9h, para começar o treino 9:30h. Em outras oportunidades, dependendo das circunstâncias, devo chegar 9:30h para estar pronto às 10h. Ou seja, na dúvida entre acordar 8 ou 8:30h, abri os olhos 7:30h e fui fazer minha mala de viagem para a concentração.

Minha mala é pequena e já me acompanha há um bom tempo. Quando vou “fazê-la” me lembro daqueles armários dos desenhos em quadrinhos, sempre com as mesmas roupas. Faço tudo em modo automático. Meia, cueca, shorts, camiseta, blusa de frio (tudo do Corinthians). Vou jogando tudo lá dentro, pensando que ainda poderia estar dormindo se eu tivesse certeza de que o treino seria às 9:30h. Coloco o computador, carregador de celular e o livro que estou lendo no momento, do Rafael Nadal. Nem me preocupo com a nécessaire, ela nunca sai lá de dentro.

Enquanto escovo os dentes me lembro que tenho que ir de calça jeans. Quando jogamos “fora de casa”, ela é, ao lado de uma “camiseta de viagem” do clube, o uniforme obrigatório. Pego o primeiro jeans que aparece na minha frente e, aproveitando que o jogo será no Rio de Janeiro, resolvo colocar um óculos escuro. Tudo pronto para sair.

Na porta de casa me pergunto se não seria melhor ir de taxi para o clube.

Entro no elevador achando engraçado o \"cara\" não se lembrar do horário do treino mas saber, com certeza, que a volta da viagem será pelo aeroporto de Congonhas. Não vi essa informação no painel do vestiário mas sei que sempre que jogamos no Rio de Janeiro, o clube prefere aterrissar no aeroporto de Santos Dumont, que fica pertinho de Copacabana, onde ficaremos concentrados. Logisticamente é muito melhor.

Já dei a partida no carro e penso que me arrependerei de não ter ido de taxi porque como voltaremos logo após a partida contra o Botafogo, deveremos descer em Congonhas por volta das 21:30h. Até pegar o ônibus do clube, atravessar a cidade e chegar no CT para pegar meu carro, deve-se passar uns 40 minutos. Mais uns 30 minutos de carro até a minha casa significa que o jantar de domingo à noite já está comprometido.

Quando chego no Km 13 da rodovia Ayrton Senna, em frente ao CT, percebo que poderia ter dormido mais 30 minutos. São 8:40h e não tem quase nenhum carro estacionado lá dentro. O treino será às 10h. Tudo bem, penso. Vou tomar um bom café e aproveitar para fazer meus alongamentos e exercícios específicos.

Desço com a mala, cumprimento o Deílson e o Luis, seguranças, que já estão anotando o horário e o nome de quem chega. Essa lista vai pro Edu Gaspar e pro Tite, sempre que necessário, se é que entende o que quero dizer. Mais alguns passos e estou em frente à rouparia dizendo bom dia pro Seu Carlos, Edizio, Roberto e Seu Miranda, que já estão com tudo pronto para a viagem. Esses são os caras que mais trabalham no clube.

Chego no vestiário e a roupa de treino está me esperando no armário. Me troco, coloco o tênis e vou para o café da manhã.

É o Mancha e a Priscila que cuidam da cozinha. Não preciso nem pedir, o Mancha já sabe exatamente o que quero comer. Pão francês, queijo branco e três fatias de peito de peru, unidos e esquentados na chapa. Um copo de suco de laranja e outro de iogurte. Enquanto espero o lanche ficar pronto, sento na mesa com o Douglas, Tufão.

Sem falar nada, fico escutando as histórias da mesa ao lado, onde estão Julio Cesar, Cássio, Danilo e o “já morreu”, os quatro goleiros do elenco. Os três mais velhos estão sacaneando o Caique, que tem apenas 18 anos. Dou risada e entro na brincadeira até terminar minha refeição. Logo em seguida vou para a academia fazer as posturas de alongamento.

Penso estar fazendo a digestão enquanto alongo as pernas. Passo uns 15 minutos ali, mudando as posições e dando ênfase ao adutor esquerdo que sofreu um pouco mais essa semana. Assim que me sinto pronto, vou para a bicicleta. Mais 10 minutos de aquecimento, quase uma lubrificação para os joelhos e me sinto pronto para o leg press.

Enquanto isso vejo o pessoal chegando. A maioria reunida no café, conversando e rindo com o preparador físico Fábio Mascheradian, que tem como costume gritar muito de manhã. Agora já virou piada, mas esse cara é irritante e se ele te pegar para Cristo, consegue te tirar do sério, de tão alta que sai a sua voz.

Passo na mesa extensora, depois faço uma série de agachamento e volto para o vestiário para trocar o tênis pela chuteira. Vejo o pessoal sacaneando o Romarinho, que esqueceu a calça jeans para viajar. Parece que não é a primeira vez rs

Os 20 jogadores relacionados para o jogo são chamados na sala de vídeo. O Tite nos recebe, mostra três lances do nosso jogo contra o Botafogo pelo primeiro turno e nos alerta para as dificuldades. A reunião é rápida, não dura nem 5 minutos.

Quando o relógio aponta para as 10h, o Fábio abre o berreiro e ninguém consegue ficar no recinto. Revoltados com aquela gritaria desnecessária, seguimos o nosso destino, xingando-o muito, até o campo de aquecimento.

Mais uma vez no dia, percebo que existe uma rotina, um padrão.

Roda de bobinho com três jogadores no meio. Os mais novos são os escolhidos para começar no “bobo”.  Quando conseguimos dar 20 toques sem que os três do meio encostem na bola, eles são obrigados a ficar mais uma vez ali.

Passamos uns 10 minutos dando risada e nos divertindo com as tentativas e grandes lances que acontecem espontaneamente naquele espaço. Apelidos são inventados do nada e histórias surgem com facilidade. Fica nítida a intimidade e a amizade do grupo.

Mais uma vez o Fábio dá o comando e começamos a nos alongar. Depois ele nos leva para um circuito, com quatro estações repletas de cones, para que façamos exercícios em alta velocidade.

Todo dia anterior ao jogo é a mesma coisa, mudam os exercícios mas o princípio é ativar as fibras rápidas da musculatura e prepará-las para o jogo do dia seguinte.

Uma vez terminada a parte física, vamos direto para um jogo.

Com quatro gols (traves) e divididos em dois times, duelamos por mais 15 minutos. Não é como o tradicional rachão, o treino tem intensidade e competição apesar de ainda fazer parte do aquecimento. Quem dá esse trabalho é o Cleber Xavier, auxiliar do técnico Tite, que durante todo esse tempo estava caminhando lá do outro lado do CT, no campo principal.

É para lá que vamos quando acaba o jogo dos quatro gols. Chegou a hora do principal trabalho do dia, o treino tático com os 11 titulares, que dura mais ou menos 1 hora.

Uma vez posicionados, refazemos todos os movimentos que já conhecemos decor. Cinturão, Funil, só bloqueia, embala e devolve, concentração, taquinho de golfe, pé de pelica, dá-lhe bundasso rs. Parece estranho mas essas são algumas das expressões do Tite e estamos tão acostumados que sabemos exatamente o que ele está pedindo. Depois vêm as bolas paradas, posicionamento e mais dicas e sugestões do que poderá acontecer no jogo de amanhã.

Somos liberados para fazer o complemento que quisermos. Uns partem para a cobrança de pênalti, outros para fazer trabalho especifico de passe ou de cabeceio. Eu e o Alessandro partimos direto para o balde de gelo, onde ficamos 7 minutos imersos até a cintura, numa temperatura próxima a 5 graus. Serve para acelerar a recuperação e relaxar o corpo depois da atividade física. A maioria dos jogadores não gosta mas nós fazemos pelo menos 2 ou 3 vezes por semana.

Sei que o almoço está marcado para o meio dia e a saída do ônibus para o aeroporto será às 12:45h.

Trato de tomar banho e me arrumar. Todos estão acostumados e nunca temos problema com esses horários.

As mesas no almoço são compostas quase sempre pelas mesmas pessoas. Me parece que há um Q de superstição no ar, mesmo que seja inconsciente. O mesmo acontece com as poltronas no ônibus. Cada um tem a sua e ai de quem tentar mudar de lugar durante o ano.

Ao chegar no aeroporto, já sabemos o que nos espera. Uma loucura. Demos de cara com uma excursão, repleta de jovens que pedem autógrafos e fotos. Uns são mais assediados que outros e acho que hoje o Cássio, o Romarinho e o Paulinho foram os que mais tiraram fotos.

O vôo é normal, sentamos próximos uns dos outros, atendemos alguns pedidos de fotos dos tripulantes e comissários e aguardamos impacientes a chegada ao RJ. A maioria dos jogadores coloca aquele fone gigante e ouve música. Alguns dormem e outros lêem revistas ou livros. Este é meu caso, empolgado com as histórias do Rafa Nadal.

40 minutos depois, pousamos em Santos Dumont e somos levados por uma empresa privada que faz o traslado de todos os clubes da série A que vêm jogar no Rio.

Neste momento recebo a programação e o horário das atividades e refeições. É sempre a mesma coisa mas não custa reiterar.

Reunião às 18:40h para falar do adversário. Jantar às 19h. Café da noite às 22h.

Agora já são 22:30h, e o meu quarto encheu. Tinha uns 12 jogadores por aqui e eu tô culpando o Romarinho por isso. Concentramos juntos desde que ele chegou ao clube e encho o saco dele porque ele tem a mania de deixar a porta aberta.

O pessoal que estava no corredor, tomando o café, escutou a nossa TV e entrou pra ver o que era. Estavámos assistindo UFC e comentando sobre as lutas.

Agora começou a bagunça aqui. Estão me zuando porque estou escrevendo. Então vou terminar o texto e ficar de olho na TV. Não sou um apaixonado por lutas mas acho que vai ser uma boa distração.

E que venha o domingo.... o jogo... e o carro no CT. 

Abs,

P.A 

 


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TAGS: corinthians, campeonato brasileiro,

 

Postado por Paulo André em 26/09/2012 às 11:29h


Paulo André aprova chave do Mundial e quer Corinthians no topo do Brasileiro

Por ESPN.com.br com agência Gazeta Press

 

O Corinthians adotou nesta segunda-feira um discurso padrão de evitar comemorações pela definição da chave do Mundial de Clubes em que um eventual encontro com o Monterrey (México) ocorra na semifinal. Por outro lado, o zagueiro Paulo André vou vantagem ao time alvinegro no sorteio.

“Foi interessante, agora vamos esperar os confrontos envolvendo o Auckland (Nova Zelândia), o time japonês e o representante da África. Mas é mais tranquilo do que enfrentar a equipe mexicana (...)

 

O Corinthians adotou nesta segunda-feira um discurso padrão de evitar comemorações pela definição da chave do Mundial de Clubes em que um eventual encontro com o Monterrey (México) ocorra na semifinal. Por outro lado, o zagueiro Paulo André vou vantagem ao time alvinegro no sorteio.

“Foi interessante, agora vamos esperar os confrontos envolvendo o Auckland (Nova Zelândia), o time japonês e o representante da África. Mas é mais tranquilo do que enfrentar a equipe mexicana”, disse o defensor, em entrevista à Rádio Estadão ESPN.

Na competição do Japão, a expectativa de analistas e torcedores é que o Corinthians dispute a final com o Chelsea. Paulo André já se mostra antenado com a movimentação inglesa no fim de 2012.

“É um time mais leve e de mais qualidade do que no ano passado. Perdeu experiência, pois saíram jogadores com história, mas vão dar muito trabalho”, afirmou. “O time deles ainda não encaixou totalmente, mas, em dezembro, eles estarão na ponta dos cascos”, emendou.

Enquanto não chega ao Mundial, o Corinthians tenta garantir os últimos pontos para evitar qualquer risco de cair para as últimas colocações no Campeonato Brasileiro e ter a tranquilidade de poupar o elenco. Ainda assim, Paulo André apresenta um objetivo mais ousado no torneio nacional.

“Gostaria de colocar o Corinthians entre os cinco melhores da classificação, acho que é o nosso lugar, seria a prova da nossa cultura de querer vencer, de sempre buscar o melhor. Acho possível”, declarou.


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TAGS: entrevista, Mundial de Clubes, corinthians

 

Postado por Paulo André em 05/10/2012 às 13:48h


Paulo André está entre os 20 finalistas para escolha do Troféu Largo Tudo

 

Paulo André está entre os 20 finalistas do Troféu Largo Tudo, promovido pelo Globo Esporte.

Para votar, clique aqui

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Paulo André está entre os 20 finalistas do Troféu Largo Tudo, promovido pelo Globo Esporte.

Para votar, clique aqui

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TAGS: Troféu, corinthians, Paulo André

 

Postado por Paulo André em 08/10/2012 às 16:48h


Paulo André faz a festa no dia das crianças alvinegro

 

Por Daniel Romeu /Globo Esporte.Com

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Ao lado do companheiro de zaga Wallace, zagueiro vai a evento do Timão

 

O dia das crianças chegou mais cedo para os torcedores mirins do Corinthians. E o presente foi dado pelos zagueiros Paulo André e Wallace, na tarde desta segunda-feira, no Parque São Jorge. Em evento de comemoração promovido pelo clube para as crianças, a dupla passou mais de 30 minutos tirando fotos, dando autógrafos e até participando de brincadeiras com cerca de 160 jovens do Time do Povo, projeto de responsabilidade social do Alvinegro.

Diante da grande espera pela chegada dos jogadores corintianos, as crianças começaram a desconfiar que os próprios personagens no evento poderiam ser jogadores fantasiados. Pela barriga sobressalente, o Mickey chegou a ser comparado com Ronaldo, que luta contra o excesso de peso desde que anunciou a aposentadoria. Outro garoto corrigiu o amigo e disse se tratar do meia Douglas, que sofreu com críticas pela forma física no início do ano. Eles foram logo corrigidos pela animadora da festa.

– Tenho meu instituto em Campinas também, que atende crianças carentes. Sei da importância que tem um jogador de futebol com boa imagem passar bom exemplo, incentivar o estudo, ter boas atitudes. Ficamos felizes. Por mais que já esteja há mais de dez anos na estrada, não temos noção da influência que temos sobre as crianças. É gostoso ver a alegria, o respeito – disse Paulo André.

O evento também contava com outras atrações, como videogames, pula-pula e barracas de comida – que fizeram bastante sucesso. A grande estrela da tarde, no entanto, chegou mais tarde. De surpresa, a ex-BBB e apresentadora Sabrina Sato apareceu enquanto Paulo André e Wallace distribuíam autógrafos (...)

 

 

Por Daniel Romeu/Globo Esporte.Com

 

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Ao lado do companheiro de zaga Wallace, zagueiro vai a evento do Timão

O dia das crianças chegou mais cedo para os torcedores mirins do Corinthians. E o presente foi dado pelos zagueiros Paulo André e Wallace, na tarde desta segunda-feira, no Parque São Jorge. Em evento de comemoração promovido pelo clube para as crianças, a dupla passou mais de 30 minutos tirando fotos, dando autógrafos e até participando de brincadeiras com cerca de 160 jovens do Time do Povo, projeto de responsabilidade social do Alvinegro.

Diante da grande espera pela chegada dos jogadores corintianos, as crianças começaram a desconfiar que os próprios personagens no evento poderiam ser jogadores fantasiados. Pela barriga sobressalente, o Mickey chegou a ser comparado com Ronaldo, que luta contra o excesso de peso desde que anunciou a aposentadoria. Outro garoto corrigiu o amigo e disse se tratar do meia Douglas, que sofreu com críticas pela forma física no início do ano. Eles foram logo corrigidos pela animadora da festa.

– Tenho meu instituto em Campinas também, que atende crianças carentes. Sei da importância que tem um jogador de futebol com boa imagem passar bom exemplo, incentivar o estudo, ter boas atitudes. Ficamos felizes. Por mais que já esteja há mais de dez anos na estrada, não temos noção da influência que temos sobre as crianças. É gostoso ver a alegria, o respeito – disse Paulo André.

O evento também contava com outras atrações, como videogames, pula-pula e barracas de comida – que fizeram bastante sucesso. A grande estrela da tarde, no entanto, chegou mais tarde. De surpresa, a ex-BBB e apresentadora Sabrina Sato apareceu enquanto Paulo André e Wallace distribuíam autógrafos, e roubou praticamente toda a atenção. A musa precisou de ajuda dos seguranças particulares e do Corinthians para dar autógrafos e tirar fotos com os fãs mirins – poucas crianças continuaram atrás dos jogadores alvinegros.

Para os corintianos mais velhos, Paulo André não promete, mas mostra confiança em trazer o presente mais esperado no fim do ano: o título do Mundial de Clubes, em dezembro. Cercado pelas crianças, o jogador brincou com aquelas que assumiram torcer para times rivais do Corinthians. Bem-humorado, ele ainda cutucou a situação do Palmeiras, que corre sério risco de rebaixamento no Brasileirão, e sugeriu que “virassem à casaca”.

– O corintiano grandão quer um presente de Natal, o Mundial. Nós também... Tem tempo até lá, estamos nos preparando. É um presente para os jogadores também, espero conquistá-lo. Se tiver muito palmeirense aqui, eu desejo boa sorte. E só isso (risos). Vai virar corintiano, ainda está na fase de mudar de time. O time que ganha mais, ganha mais torcida. O Corinthians tem ganhado quase tudo – brincou o zagueiro.


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TAGS: corinthians, IPA, Mundial de Clubes

 

Postado por Paulo André em 11/10/2012 às 13:31h


Corinthians vira contra Flamengo e fica a uma vitória da folga

 

Por Gazeta Press

Foto: Rodrigo Coca (Foto arena)

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 O Corinthians se recuperou no Campeonato Brasileiro ao vencer o Flamengo, na noite desta quarta-feira, 10 de outubro, no estádio do Pacaembu. Depois de ter saído atrás no placar, o Timão virou no segundo tempo e saiu de campo com o placar positivo por 3 a 2, ficando ainda mais perto da prometida folga antes do Mundial de Clubes.

O estreante Renato Santos aproveitou posição duvidosa para inaugurar a contagem no Pacaembu. Porém, na etapa final, Edenílson aproveitou cruzamento de Fábio Santos para igualar. Pouco depois, Paulo André subiu mais que a zaga em cobrança de escanteio e colocou o Alvinegro na frente. Já no fim, Emerson Sheik deixou sua marca, depois de ter cumprido cinco jogos de suspensão. Porém, nos acréscimos, Liedson fez seu gol.

Com o resultado positivo, o Corinthians chegou ao sétimo lugar com 42 pontos, apenas três a menos da meta estabelecida pelo técnico Tite (...)

 

Por Gazeta Press

Foto: Rodrigo Coca (Foto arena)

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O Corinthians se recuperou no Campeonato Brasileiro ao vencer o Flamengo, na noite desta quarta-feira, 10 de outubro, no estádio do Pacaembu. Depois de ter saído atrás no placar, o Timão virou no segundo tempo e saiu de campo com o placar positivo por 3 a 2, ficando ainda mais perto da prometida folga antes do Mundial de Clubes.

O estreante Renato Santos aproveitou posição duvidosa para inaugurar a contagem no Pacaembu. Porém, na etapa final, Edenílson aproveitou cruzamento de Fábio Santos para igualar. Pouco depois, Paulo André subiu mais que a zaga em cobrança de escanteio e colocou o Alvinegro na frente. Já no fim, Emerson Sheik deixou sua marca, depois de ter cumprido cinco jogos de suspensão. Porém, nos acréscimos, Liedson fez seu gol.

Com o resultado positivo, o Corinthians chegou ao sétimo lugar com 42 pontos, apenas três a menos da meta estabelecida pelo técnico Tite. Quando o time alcançar o objetivo do treinador, alguns titulares serão liberados para dias de descanso. A partida marcou as estreias de Chiquinho e Anderson Polga, que entraram no segundo tempo, enquanto Zizao ficou mais uma vez no banco. O Rubro-negro, por sua vez, ainda está ameaçado pela parte de baixo da tabela, pois é o 14º, com 35.

Os dois clubes voltam a campo na noite de sábado. Às 18h30 (de Brasília), o Flamengo recebe o Cruzeiro, no Engenhão. Já às 21 horas, o Corinthians vai ao Canindé para encarar a Portuguesa.

O jogo: O Corinthians iniciou a partida tentando pressionar a saída de bola dos visitantes. Assim, aos quatro minutos, Felipe recebeu bola recuada e precisou driblar Romarinho no sufoco para afastar. Ao apostar em uma formação mais defensiva, o Flamengo recorreu às faltas para frear os avanços dos donos da casa.

Diante de um sistema defensivo atento, Emerson abriu na direita para Edenílson, que cruzou na primeira trave, de onde Alessandro apareceu para cabecear, ao lado da meta. Na primeira resposta do clube rubro-negro, aos 17, Renato Abreu arriscou da intermediária e assustou Cássio, pois a bola passou perto da trave.

Com pouca criatividade no meio-campo e sentindo a falta de Danilo, lesionado, o Corinthians teve de buscar alternativas na bola parada. Douglas bateu falta na primeira trave e viu a defesa tirar.

Pouco depois, o Alvinegro chegou com sua melhor oportunidade na etapa inicial. Douglas cobrou escanteio para a entrada da pequena área, onde Paulo André subiu livre para cabecear. A bola quicou no gramado e subiu em direção ao gol, mas Felipe se esticou para espalmar.

O Flamengo deixou clara sua intenção de aguardar apenas momentos de pouco risco para se aventurar na frente. Único atacante rubro-negro de ofício escalado no início do confronto, Vagner Love tentou passar para Léo Moura na área e viu a defesa tirar no meio do caminho. Mas o rebote sobrou para Ibson, que carimbou a marcação.

Ao se deparar com a pouca inspiração dos donos da casa, o Flamengo abriu a contagem, aos 29 minutos. Ibson cobrou falta de longe, nas costas da defesa corintiana, e Renato Santos chegou para emendar de primeira com o pé direito, sem dar chance a Cássio. Os corintianos reclamaram bastante da posição do zagueiro, que se aproveitou de lance duvidoso.

Animado com a vantagem, Ibson tentou fazer um gol-olímpico e obrigou Cássio a trabalhar. Já no fim da etapa, o Corinthians lutou em busca do empate. A defesa do Flamengo afastou errado na entrada da área e deixou de presente para Wallace, que arrematou para fora. No lance seguinte, em falta da meia-direita, Douglas cobrou por cima da barreira e viu Felipe salvar o Flamengo com uma ótima defesa.

As equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo e, na primeira oportunidade depois do intervalo, Edenílson fez jogada individual pela direita, invadiu a área e caiu, pedindo pênalti, mas o árbitro considerou o lance normal. Instantes depois, Emerson não conseguiu alcançar cobrança de escanteio.

A postura da equipe alvinegra no início do segundo tempo já deixava a Fiel torcida impaciente. Tite até chamou Giovanni para conversar, na intenção de colocá-lo em campo. Mas, antes da substituição, o Timão acordou e empatou, aos 15. Aproveitando saída errada de bola dos visitantes, Fábio Santos avançou pela esquerda e cruzou na pequena área para Edenílson, que deu um carrinho para estufar as redes.

Com o gol, o treinador desistiu de colocar o jovem meia-atacante na partida. Aos 21, o Corinthians quase virou. Fábio Santos apareceu pela direita, tabelou na entrada da área e saiu de frente para Felipe. O chute cruzado tinha destino certo, mas o goleiro espalmou com as pontas dos dedos.

Ao perceber que sua equipe ficou abalada com o gol, Dorival Júnior fez duas mudanças. Ibson e Léo Moura foram substituídos por Wellington Bruno e Adryan. No entanto, as alterações não foram suficientes para evitar a virada. Aos 29, Douglas cobrou escanteio e Paulo André cabeceou da pequena área para balançar as redes.

Na jogada seguinte, Wellington Bruno mandou no travessão, mas o árbitro assinalou impedimento na jogada. Com a vantagem, a Fiel começou a pedir a entrada de Zizao, que ficou como opção no banco pela terceira vez desde que chegou ao clube. Mas Tite não se sensibilizou e promoveu a estreia de outro jogador, Chiquinho, que entrou no lugar de Romarinho.

Outra substituição foi Guilherme Andrade no posto de Guilherme. Já no Flamengo, Amaral saiu para ceder lugar a Liedson. Em um rápido contragolpe, Emerson chegou com liberdade pela esquerda e chutou perto da trave. Aos 41, Cleber Santana fez o gol, mas foi flagrado em impedimento. Nos minutos finais, até Anderson Polga fez sua estreia, no lugar de Douglas, e Zizao terá de aguardar por mais tempo. Aos 44, Emerson Sheik recebeu livre na área, em contragolpe, e mandou para as redes. Nos acréscimos, Liedson diminuiu, mas não havia tempo para mais nada.

 


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