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Postado por Paulo André em 05/02/2011 às 09:07h


Verdadeiro Amor

 

Antes de começar meu relato, quero deixar claro que entendo o que é ser corintiano e respeito o que isso proporciona aos nossos corações! Jogar no Corinthians é diferente de tudo. É respeitar uma cultura, é como ser chamado para a guerra para defender uma nação.
 
 
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Ontem, ficamos quase uma hora para sair do nosso local de trabalho, porque torcedores protestavam e ameaçavam qualquer um que esboçasse aparecer no estacionamento do clube. Hoje, saímos escoltados por uma barricada de policiais que tentavam impedir que os protestantes jogassem pedra no ônibus. Bombas de gás lacrimogêneo foram jogadas contra esses que tentam destruir o patrimônio do clube que dizem amar. É paradoxal! Não quero minimizar esse sentimento, mas essa demonstração de amor é que é difícil de entender.(...)

 

Antes de começar meu relato, quero deixar claro que entendo o que é ser corintiano e respeito o que isso proporciona aos nossos corações! Jogar no Corinthians é diferente de tudo. É respeitar uma cultura, é como ser chamado para a guerra para defender uma nação.
 
 
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Ontem, ficamos quase uma hora para sair do nosso local de trabalho, porque torcedores protestavam e ameaçavam qualquer um que esboçasse aparecer no estacionamento do clube. Hoje, saímos escoltados por uma barricada de policiais que tentavam impedir que os protestantes jogassem pedra no ônibus. Bombas de gás lacrimogêneo foram jogadas contra esses que tentam destruir o patrimônio do clube que dizem amar. É paradoxal! Não quero minimizar esse sentimento, mas essa demonstração de amor é que é difícil de entender.

Por outro lado, acho válido protestar, reivindicar mudanças e melhoras, exigir alternativas para o crescimento daquilo que amamos. Mas para isso, há a necessidade de saber pra que e por que se está protestando. Se for uma simples forma de descontentamento e oposição, não vejo resultados que ajudem o time a levantar nesse momento.

Contestar mudanças para o bem do clube, tirar esse ou aquele jogador, ou até mesmo trocar todos os jogadores se for necessário, é valido e essas questões devem ser discutidas. Mas passar do protesto para agressão física ou ameaça, não levará o time a lugar nenhum, ou no máximo, o levará ainda mais para baixo.

Gostaria que essas mesmas pessoas que fazem esses protestos se mobilizassem também em prol do Brasil, e tivessem um sentimento de lutar pelo desenvolvimento da nossa pátria. Talvez dessa forma, sairiam às ruas para protestar contra políticos, mensalões, Erenices, enchentes e salários de deputados e senadores.

Gostaria que eles não aceitassem as condições de vida a que somos expostos, a educação e o transporte público precários a que somos submetidos diariamente e consequentemente, que parassem de depositar toda a sua alegria e esperança nos seus times do coração. Quando eles perdem ou fracassam, toda sua expectativa de ser feliz se escoa pelo ralo, gerando raiva e insatisfação, como se toda sua miséria, dor e dificuldade fossem causadas por aquela derrota.

A política do pão e do circo continua dando frutos no nosso país. Os governantes ludibriam o povo, e os fazem acreditar que comida e diversão são suficientes para que as pessoas não se envolvam com questões de governo. Esses que estão sobre todos nós, extrapolam e apoiam os esportes e as conquistas para que esse efeito “tudo está bem se o futebol estiver bem” seja uma verdade absoluta, sem se importar com o crescimento do país e do povo pelo qual foram escolhidos a defender.

Se analisarmos os baderneiros froidianamente, creremos que eles não têm tanta culpa por suas atitudes, já que estão com vendas sobre os olhos, reagindo aos seus próprios costumes, como um efeito cultural. Analisando pela esfera de quem acredita no direito à opinião (e foi por isso que criei o blog) não consigo enxergar de outra maneira senão pensar que esses não são verdadeiros torcedores corintianos. Penso que os verdadeiros apaixonados amam o clube sem egoísmo, sem exigir nada em troca, como o sentimento de um pai por um filho ou de um homem por sua mulher. Os pais ficam tristes quando um filho repete de ano, mas nem por isso o agridem (apesar da tristeza). Pelo contrário, lhe dão forças e ferramentas para que ele possa superar aquela dificuldade.

\"\"Amar o Corinthians quando o Corinthians ganha, é gostoso. Amar o Corinthians quando tudo está bem, é fácil.
 
Mas nenhum clube de futebol vive só de títulos!
 
A derrota é amarga, não só para a torcida, mas para todos os envolvidos. Para o torcedor, seu time de coração perdeu e isso é revoltante, eu entendo. Mas para quem está lá dentro, é um fracasso pessoal e profissional.
 
 
 
A torcida entoa hinos de “maloqueiro e sofredor, graças a Deus” reconhecendo que muitas vezes ser torcedor não é uma tarefa fácil. Indubitavelmente, todos admitem que os 23 anos de fila, exterminados em 77 com o gol de Basílio, fizeram bem ao clube (apesar de todo o sofrimento), pois tornou apaixonada a sua torcida, diferente de qualquer outra já existente no planeta.
 
Lembremos da história, façamos dela um professor para o que está por vir. Utilizemos a derrota para fortalecer nosso clube e o amor que sentimos por ele. “Teu passado é uma bandeira, teu presente uma lição”. Não vamos parar de lutar. Aqui é Corinthians.

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http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=13

 

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Postado por Paulo André em 24/07/2012 às 22:13h


Em bom momento no Timão, Paulo André agora ataca de modelo

 

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Por Cassio Barco / GloboEsporte.Com

Zagueiro, pintor, escritor, tenista, enxadrista. Não bastassem estas atividades, o jogador mais \"multiuso\" do futebol brasileiro acabou de acumular mais uma função. Paulo André agora é modelo. O corintiano foi \"convocado\" para representar uma das maiores marcas mundiais do ramo da moda em uma campanha internacional, ao lado do argentino Sergio Aguero, do Manchester City e do mexicano Luis Michel, do Chivas Guadalajara.

Mas, desta vez, não foi só o talento que rendeu a Paulo André o novo contrato. Ele teve de contar com a sorte.

–  Eles tentaram o Ralf, depois o Romarinho e depois o Liedson, mas parece que eles não aceitaram o cachê – disse, aos risos.

–  Eu brinco porque em terra de cego quem tem um olho é rei. Acho que é por isso que acabei me destacando – emendou, desdenhando dos atributos estéticos dos colegas de time. (...) 

 

Por Cassio Barco / GloboEsporte.Com

Zagueiro, pintor, escritor, tenista, enxadrista. Não bastassem estas atividades, o jogador mais \"multiuso\" do futebol brasileiro acabou de acumular mais uma função. Paulo André agora é modelo. O corintiano foi \"convocado\" para representar uma das maiores marcas mundiais do ramo da moda em uma campanha internacional, ao lado do argentino Sergio Aguero, do Manchester City e do mexicano Luis Michel, do Chivas Guadalajara.

Mas, desta vez, não foi só o talento que rendeu a Paulo André o novo contrato. Ele teve de contar com a sorte.

–  Eles tentaram o Ralf, depois o Romarinho e depois o Liedson, mas parece que eles não aceitaram o cachê – disse, aos risos.

–  Eu brinco porque em terra de cego quem tem um olho é rei. Acho que é por isso que acabei me destacando – emendou, desdenhando dos atributos estéticos dos colegas de time.

Bem humorado, Paulo André foi a atração principal do lançamento da nova fragrância da marca em um shopping center em São Paulo, na noite desta segunda-feira. Apesar de se mostrar bem à vontade diante do público e do assédio das fãs, o zagueiro revelou que não foi tão fácil participar da sessão de fotos da campanha.

–  No começo eu estava um pouco travado, com bastante vergonha, mas acho que o resultado ficou bom. Sou meio autodidata, tudo que eu busco aprender e fazer, consigo, até certo ponto, fazer bem feito.

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Só que Paulo André tem uma preocupação maior. Claro, o futebol. O zagueiro, que vive bom momento com a sequência de seis jogos no time titular após cinco meses parado por lesão, deixa claro que a bola é sua prioridade sempre, e que todas as atividades que pratica fora dos gramados só servem para ajudá-lo a se desligar por um instante e, desta forma, conseguir focar melhor nos seus objetivos no Corinthians.

–  Às vezes o pessoal fala \"pô, o cara pinta, o cara é modelo, o cara escreve\"... eu não deixo nada disso atrapalhar meus treinamentos e meu rendimento dentro de campo. O dia em que estiver atrapalhando eu paro tudo porque o futebol é o mais importante pra mim.

Outro motivo para esta inquietude de Paulo André é também a aproximação do final da carreira. Aos 28, o jogador já levou alguns sustos com lesões e conviveu com o medo de não jogar mais futebol. Nestes períodos, precisou se apoiar em atividade não fisícas e a pensar no fim de sua vida como atleta de futebol. Ele ainda vê tudo isso longe, mas diz estar preparado.

–  Acontece com muitos jogadores que acabam que acabam se perdendo um pouco depois da aposentadoria por não se encontrar em outras atividades. Desse mal eu acho que não vou sofrer.

 

http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=103

 

TAGS: paulo andré, hugo boss,

 

Postado por Paulo André em 30/07/2012 às 21:02h


Atacante do Bahia pede dedicatória em livro ao escritor Paulo André

 

\"Anderson

 

Depois do empate por 0 a 0 com Timão, Júnior encontrou zagueiro no exame antidoping e falou sobre a obra, assim como Danny Morais e Tite

Por GLOBOESPORTE.COM

O livro “O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta”, escrito e lançado por Paulo André recentemente tem repercutido bem no meio do futebol. A noite de autógrafos, em março, foi concorrida. Mas no último domingo, depois da partida contra o Bahia, em Salvador, ele teve mais uma prova do sucesso.

Após o Corinthians empatar por 0 a 0 com o Tricolor baiano, o zagueiro alvinegro foi chamado para o exame antidoping. Lá, na sala de coleta, o atacante Júnior, do Bahia, tirou de sua mala um exemplar do livro escrito por Paulo André e o surpreendeu com um pedido de dedicatória.

- E o atacante Júnior que me surpreendeu ao tirar o livro da mala e pedir uma dedicatória em plena sala do exame antidoping. Que orgulho! – contou Paulo André, em post na sua conta de Twitter.

Também em sua página na rede social, o jogador do Timão, novamente titular desde a saída de Leandro Castán, agradeceu a outros (...)

 

 

\"Anderson

 

Depois do empate por 0 a 0 com Timão, Júnior encontrou zagueiro no exame antidoping e falou sobre a obra, assim como Danny Morais e Tite

Por GLOBOESPORTE.COM

O livro “O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta”, escrito e lançado por Paulo André recentemente tem repercutido bem no meio do futebol. A noite de autógrafos, em março, foi concorrida. Mas no último domingo, depois da partida contra o Bahia, em Salvador, ele teve mais uma prova do sucesso.

Após o Corinthians empatar por 0 a 0 com o Tricolor baiano, o zagueiro alvinegro foi chamado para o exame antidoping. Lá, na sala de coleta, o atacante Júnior, do Bahia, tirou de sua mala um exemplar do livro escrito por Paulo André e o surpreendeu com um pedido de dedicatória.

- E o atacante Júnior que me surpreendeu ao tirar o livro da mala e pedir uma dedicatória em plena sala do exame antidoping. Que orgulho! – contou Paulo André, em post na sua conta de Twitter.

Também em sua página na rede social, o jogador do Timão, novamente titular desde a saída de Leandro Castán, agradeceu a outros dois jogadores do Bahia que também leram “O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta”.

- Aproveitando para agradecer ao Danny Morais e ao Titi, zagueiros do Bahia que leram meu livro e se identificaram com as histórias e ideias – concluiu.

 

 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=107

 

TAGS: o jogo da minha vida,

 

Postado por Paulo André em 01/08/2012 às 18:22h


Texto novo, vídeo velho

 

Os apaixonados por esporte ficam em êxtase durante os Jogos Olímpicos. Acompanham todas as modalidades, dão pitacos no arco e flecha, badminton e handball mesmo que nunca tenham praticado nenhum deles. Torcem como loucos no boxe, judô ou vela, teimando em contrariar as decisões dos juízes, mesmo sem ter o total domínio sobre as regras. No fundo eles querem vibrar, torcer, entender mais... Querem aplaudir, chorar de emoção com as histórias de superação de jovens promovidos a heróis do dia pra noite... Querem se identificar com esses talentosos compatriotas que carregam e elevam a bandeira do Brasil pelo mundo afora.

Então, por essas simples razões, estamos (já me incluí) desde sexta-feira sentados à frente da TV e do computador para acompanhar nossos \"pracinhas\" e ganhamos de presente, meio que sem esperar, um primeiro dia mágico de competição, como nunca antes visto.

Três medalhas - ouro, prata e bronze - justamente nas Olimpíadas em que entramos mais desconfiados, acreditando que \"poderia ou deveria\" ser uma das piores participações da nossa história nesta competição.

Pois bem, passada a alegria do primeiro dia, volto à razão e começo a analisar as entrevistas dos nossos campeões que, logicamente, agradeceram e elogiaram o Bolsa Atleta e as federações pelo apoio e incentivo às suas carreiras. Disseram-se também muito felizes com a visita do Ministro Aldo Rebelo (a quem, pessoalmente, respeito) quando na verdade era o Ministro que deveria sentir-se lisonjeado por ter sido recebido pelos vencedores olímpicos, como um pai recebido pelo filho abandonado ainda na infância.

Sou obrigado a fazer um parênteses, em forma de desabafo, para depois continuar. (...)

 

 

Os apaixonados por esporte ficam em êxtase durante os Jogos Olímpicos. Acompanham todas as modalidades, dão pitacos no arco e flecha, badminton e handball mesmo que nunca tenham praticado nenhum deles. Torcem como loucos no boxe, judô ou vela, teimando em contrariar as decisões dos juízes, mesmo sem ter o total domínio sobre as regras. No fundo eles querem vibrar, torcer, entender mais... Querem aplaudir, chorar de emoção com as histórias de superação de jovens promovidos a heróis do dia pra noite... Querem se identificar com esses talentosos compatriotas que carregam e elevam a bandeira do Brasil pelo mundo afora.

Então, por essas simples razões, estamos (já me incluí) desde sexta-feira sentados à frente da TV e do computador para acompanhar nossos \"pracinhas\" e ganhamos de presente, meio que sem esperar, um primeiro dia mágico de competição, como nunca antes visto.

Três medalhas - ouro, prata e bronze - justamente nas Olimpíadas em que entramos mais desconfiados, acreditando que \"poderia ou deveria\" ser uma das piores participações da nossa história nesta competição.

Pois bem, passada a alegria do primeiro dia, volto à razão e começo a analisar as entrevistas dos nossos campeões que, logicamente, agradeceram e elogiaram o Bolsa Atleta e as federações pelo apoio e incentivo às suas carreiras. Disseram-se também muito felizes com a visita do Ministro Aldo Rebelo (a quem, pessoalmente, respeito) quando na verdade era o Ministro que deveria sentir-se lisonjeado por ter sido recebido pelos vencedores olímpicos, como um pai recebido pelo filho abandonado ainda na infância.

Sou obrigado a fazer um parênteses, em forma de desabafo, para depois continuar.

(Devido a minha amizade com alguns medalhistas olímpicos aposentados ou em atividade, perguntei por que elogiavam algo que não concordavam ao invés de usar o bom momento para reclamar melhores condições. Como resposta, foi explicado que a necessidade do patrocínio de empresas estatais, do Governo do Estado e do Bolsa Atleta os impediam de fazer algo diferente. E por mais que soubessem que não havia estrutura, apoio ou investimento de forma razoável para que pudessem desenvolver suas carreiras ou o esporte brasileiro, eram \"obrigados\" a agradar (entendendo serem usados descaradamente) como manobra política para continuar a sobreviver por meio do esporte).

Sigamos em frente com o texto.

De qualquer forma, estas três conquistas aliviaram enormemente a pressão sobre nossos dirigentes que, na ânsia de evitar problemas, já haviam (inteligentemente) pré-descartado ou pré-justificado o medo/fracasso com um discurso bem simples: \"Estamos preparando nossos atletas e a próxima geração para daqui a quatro anos, na Rio 2016\".

Só que ao ouvir isso, tive um estalo: \"Hein? Como é que é? Somos bobos, mas essa não dá para engolir…\"

A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como sede dos Jogos Olímpicos no dia 2 de outubro de 2009, ou seja, mais de um ano depois da Olimpíada de Pequim e há três anos dos Jogos de Londres. O que quero dizer é que no momento em que fomos eleitos sede dos jogos de 2016, os atletas de Londres já estavam “definidos” ou, no mínimo, tínhamos ideia dos nossos possíveis “heróis”. Além disso, todo o planejamento de metas e objetivos, planos públicos de investimento, destinação de verbas, identificação de novos talentos, construção ou manutenção de centros de treinamento, organização, programação e participação dos atletas nas melhores e mais importantes competições até Londres 2012, já estavam estabelecidos, correto?

Tomara que sim. Esse é o mínimo que espero de quem gere o esporte no país. Não estou falando de extravagâncias, utopias, gastos exorbitantes, nem de formar atletas em 2009 para competir em 2012, isso é impossível. Mas oferecer estrutura de treinamento e desenvolvimento aos atletas, ajudar na criação e manutenção de ligas e campeonatos saudáveis e de bom nível, possuir um projeto com começo, meio e fim que não seja apenas manobra política anunciada às vésperas de grandes eventos esportivos não é pedir muito. Porque na prática me parece que a resposta à pergunta do parágrafo acima é não - o planejamento não havia sido feito, não estava estabelecido.

Resumindo, o resultado dessa Olimpíada nada tem a ver com o que “deve” estar sendo feito para Rio 2016, e sim com a falta de estratégia, logística, estrutura, capacidade de gestão, cultura esportiva e incentivo oferecidos aos atletas e treinadores além, é claro, da falta de transparência na utilização dos felpudos R$2,1 bilhões que foram investidos nesse ciclo olímpico, oriundos das verbas do Ministério do Esporte, da Lei Piva, da Lei de Incentivo ao Esporte e de empresas estatais. Mas também, com presidentes de federações há mais de 10, 15, 20 anos no poder, como vamos esperar melhorias?

Por isso, segue um vídeo produzido pela ESPN Brasil, narrado pelo jornalista Fernando Victorino em 2008 e postado neste blog em 4 de Maio de 2011, cujo texto foi escrito pelo Professor Ronaldo Pacheco e que retrata bem a realidade do que tem sido feito com o esporte brasileiro. Ele toca em pontos fundamentais que devem ser levantados pela sociedade, pelos atletas (que devem se mobilizar e reclamar por melhorias), pelos treinadores, pelos gestores do esporte e pelos políticos, pois caso contrário, este vídeo ainda será, infelizmente, uma representação atual no final desta olimpíada e da Rio 2016.

 

P.A

 


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=108

 

TAGS: jogos olímpicos, rio 2016, brasil, esporte,

 

Postado por Paulo André em 27/08/2012 às 19:39h


Esclarecimento

 

Recebi centenas de recados pelo Twitter e decidi responder por aqui. 

Vou reproduzir em palavras exatas a entrevista coletiva que dei na última segunda-feira, falando sobre o Neymar e sobre a simulação dos jogadores no campeonato brasileiro. Aqueles que me seguem neste espaço merecem saber e entender o que norteia as minhas ideias pois, assim como todos, não sou só pernas, tenho cabeça e opinião.

Pergunta: “Você acha que o Neymar simula faltas?”

Respondi: “Dentro de campo você tem o direito de fazer tudo ou o que você quiser, e se você pisar fora da regra ou fizer alguma coisa diferente como simulação ou aquilo que ele fez com o Chicão, ele tem que ser punido e advertido com cartão, a regra diz isso. Então se ele simular duas vezes ele tem que ter o primeiro cartão, segundo cartão e sair expulso. Agora se ele quiser simular ele tem todo direito, ele faz o que ele quiser. De qualquer forma, eu acho que ele realmente simula bastante durante o jogo, ponto. E que os árbitros vejam, estudem, porque todos têm acesso aos jogos. E quando isso acontecer, que seja punido, só isso”.

O que eu disse é que cada um faz o que tem vontade, não é proibido simular. E não é proibido dar cartão ao jogador que simula. Tudo isso faz parte do jogo e cada um, árbitros e jogadores, tentam fazer seu trabalho da melhor maneira possível. 

Em seguida fui questionado: “Existe algum jogador aqui no Corinthians que simula bastante, Paulo?\"

Respondi: \"Existe em todos os times! Que todos sejam punidos, porque isso é o antijogo, é tentar ludibriar e enganar”.

Dá pra entender que inseri TODOS OS TIMES? Entendo de verdade que as pessoas clicariam no link que dizia \"Paulo André critica Neymar\", e de fato isso aconteceu e repercutiu de uma forma que me surpreendeu bastante.

Agora vamos para o lance de domingo, com o Luís Fabiano. (...)

 

Recebi centenas de recados pelo Twitter e decidi responder por aqui. 

Vou reproduzir em palavras exatas a entrevista coletiva que dei na última segunda-feira, falando sobre o Neymar e sobre a simulação dos jogadores no campeonato brasileiro. Aqueles que me seguem neste espaço merecem saber e entender o que norteia as minhas ideias pois, assim como todos, não sou só pernas, tenho cabeça e opinião.

Pergunta: “Você acha que o Neymar simula faltas?”

Respondi: “Dentro de campo você tem o direito de fazer tudo ou o que você quiser, e se você pisar fora da regra ou fizer alguma coisa diferente como simulação ou aquilo que ele fez com o Chicão, ele tem que ser punido e advertido com cartão, a regra diz isso. Então se ele simular duas vezes ele tem que ter o primeiro cartão, segundo cartão e sair expulso. Agora se ele quiser simular ele tem todo direito, ele faz o que ele quiser. De qualquer forma, eu acho que ele realmente simula bastante durante o jogo, ponto. E que os árbitros vejam, estudem, porque todos têm acesso aos jogos. E quando isso acontecer, que seja punido, só isso”.

O que eu disse é que cada um faz o que tem vontade, não é proibido simular. E não é proibido dar cartão ao jogador que simula. Tudo isso faz parte do jogo e cada um, árbitros e jogadores, tentam fazer seu trabalho da melhor maneira possível. 

Em seguida fui questionado: “Existe algum jogador aqui no Corinthians que simula bastante, Paulo?\"

Respondi: \"Existe em todos os times! Que todos sejam punidos, porque isso é o antijogo, é tentar ludibriar e enganar”.

Dá pra entender que inseri TODOS OS TIMES? Entendo de verdade que as pessoas clicariam no link que dizia \"Paulo André critica Neymar\", e de fato isso aconteceu e repercutiu de uma forma que me surpreendeu bastante.

Agora vamos para o lance de domingo, com o Luís Fabiano.

A bola estava viajando e eu procurei uma brecha para antecipar o atacante. Ele desviou-se da trajetória da bola e impediu a minha passagem, e houve um choque forte. Caí por causa do choque. No chão, não escutei o apito do juiz evidenciando a falta. Por isso permaneci no chão (sim, por conta disso permaneci no chão), até que o árbitro parasse o jogo para ver o que tinha acontecido. É evidente que foi somente uma trombada, não houve maldade nem houve outra intenção por parte do atacante que não a de proteger a bola. Mas na minha opinião, foi falta. E reconheço que errei ao ficar tanto tempo no chão.

Ao fim do primeiro tempo fui questionado por um repórter se o Luís Fabiano havia deixado o braço e eu respondi claramente que não. Em momento algum eu disse que havia levado uma cotovelada. Pelo contrário, quando o repórter me perguntou \"Houve maldade?\", eu respondi \"Não, maldade nenhuma\". Ao voltar para o segundo tempo, fui até o arbitro da partida, Wilson Luis Seneme, e disse que ele estava correto e que não houve maldade no lance, mas afirmei que o choque foi forte e que na minha opinião havia sido falta. Segui em frente para iniciar o segundo tempo e quando saí do jogo não tinha ideia de que meu Twitter estaria repleto de desabafos.

É dificil vir a público depois de uma derrota num clássico, ainda mais pra falar dessas coisas, mas achei necessário diante de tamanha repercussão. Jogando em clube de grande expressão como o Corinthians, estou acostumado com cobranças. O que me incomodou não foi o xingamento de santistas, são-paulinos e até de corintianos, mas sim de pessoas que disseram que se decepcionaram com a minha atitude ontem. A elas, peço minhas sinceras desculpas.

Aos revoltados, digo que não escrevi esse texto para vocês, pois sei que continuarei a ser criticado dentro e fora de campo e, sinceramente, não me incomoda. Mas se não tiverem mais nada o que fazer da vida, cobrem os candidatos da próxima eleição pelas promessas que estão fazendo em suas campanhas eleitorais da mesma forma doentia com que me cobraram pela entrevista de segunda-feira. 

Dou o assunto por encerrado.

Um abraço,

P.A


http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=113

 

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Postado por Paulo André em 10/09/2012 às 17:40h


O BANDO DE LOUCOS VAI INVADIR O JAPÃO

 

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http://www.blogdopauloandre.com.br/comentarios.php?post=117

 

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Postado por Paulo André em 22/09/2012 às 22:47h


Mais um dia de jogador...

 

\"Angelo

Hoje, sábado de manhã, acordei às 7:30h. Trinta minutos antes do alarme despertar. Essa ansiedade deve ter sido por conta de eu ter esquecido o horário do treino. Às vezes tenho que chegar ao clube às 9h, para começar o treino 9:30h. Em outras oportunidades, dependendo das circunstâncias, devo chegar 9:30h para estar pronto às 10h. Ou seja, na dúvida entre acordar 8 ou 8:30h, abri os olhos 7:30h e fui fazer minha mala de viagem para a concentração.

Minha mala é pequena e já me acompanha há um bom tempo. Quando vou “fazê-la” me lembro daqueles armários dos desenhos em quadrinhos, sempre com as mesmas roupas. Faço tudo em modo automático. Meia, cueca, shorts, camiseta, blusa de frio (tudo do Corinthians). Vou jogando tudo lá dentro, pensando que ainda poderia estar dormindo se eu tivesse certeza de que o treino seria às 9:30h. Coloco o computador, carregador de celular e o livro que estou lendo no momento, do Rafael Nadal. Nem me preocupo com a nécessaire, ela nunca sai lá de dentro.

Enquanto escovo os dentes me lembro que tenho que ir de calça jeans. Quando jogamos “fora de casa”, ela é, ao lado de uma “camiseta de viagem” do clube, o uniforme obrigatório. Pego o primeiro jeans que aparece na minha frente e, aproveitando que o jogo será no Rio de Janeiro, resolvo colocar um óculos escuro. Tudo pronto para sair.

Na porta de casa me pergunto se não seria melhor ir de taxi para o clube.

Entro no elevador achando engraçado o \"cara\" não se lembrar do horário do treino mas saber, com certeza, que a volta da viagem será pelo aeroporto de Congonhas. Não vi essa informação no painel do vestiário mas sei que sempre que jogamos no Rio de Janeiro, o clube prefere aterrissar no aeroporto de Santos Dumont, que fica pertinho de Copacabana, onde ficaremos concentrados (...)

 

\"Angelo

Hoje, sábado de manhã, acordei às 7:30h. Trinta minutos antes do alarme despertar. Essa ansiedade deve ter sido por conta de eu ter esquecido o horário do treino. Às vezes tenho que chegar ao clube às 9h, para começar o treino 9:30h. Em outras oportunidades, dependendo das circunstâncias, devo chegar 9:30h para estar pronto às 10h. Ou seja, na dúvida entre acordar 8 ou 8:30h, abri os olhos 7:30h e fui fazer minha mala de viagem para a concentração.

Minha mala é pequena e já me acompanha há um bom tempo. Quando vou “fazê-la” me lembro daqueles armários dos desenhos em quadrinhos, sempre com as mesmas roupas. Faço tudo em modo automático. Meia, cueca, shorts, camiseta, blusa de frio (tudo do Corinthians). Vou jogando tudo lá dentro, pensando que ainda poderia estar dormindo se eu tivesse certeza de que o treino seria às 9:30h. Coloco o computador, carregador de celular e o livro que estou lendo no momento, do Rafael Nadal. Nem me preocupo com a nécessaire, ela nunca sai lá de dentro.

Enquanto escovo os dentes me lembro que tenho que ir de calça jeans. Quando jogamos “fora de casa”, ela é, ao lado de uma “camiseta de viagem” do clube, o uniforme obrigatório. Pego o primeiro jeans que aparece na minha frente e, aproveitando que o jogo será no Rio de Janeiro, resolvo colocar um óculos escuro. Tudo pronto para sair.

Na porta de casa me pergunto se não seria melhor ir de taxi para o clube.

Entro no elevador achando engraçado o \"cara\" não se lembrar do horário do treino mas saber, com certeza, que a volta da viagem será pelo aeroporto de Congonhas. Não vi essa informação no painel do vestiário mas sei que sempre que jogamos no Rio de Janeiro, o clube prefere aterrissar no aeroporto de Santos Dumont, que fica pertinho de Copacabana, onde ficaremos concentrados. Logisticamente é muito melhor.

Já dei a partida no carro e penso que me arrependerei de não ter ido de taxi porque como voltaremos logo após a partida contra o Botafogo, deveremos descer em Congonhas por volta das 21:30h. Até pegar o ônibus do clube, atravessar a cidade e chegar no CT para pegar meu carro, deve-se passar uns 40 minutos. Mais uns 30 minutos de carro até a minha casa significa que o jantar de domingo à noite já está comprometido.

Quando chego no Km 13 da rodovia Ayrton Senna, em frente ao CT, percebo que poderia ter dormido mais 30 minutos. São 8:40h e não tem quase nenhum carro estacionado lá dentro. O treino será às 10h. Tudo bem, penso. Vou tomar um bom café e aproveitar para fazer meus alongamentos e exercícios específicos.

Desço com a mala, cumprimento o Deílson e o Luis, seguranças, que já estão anotando o horário e o nome de quem chega. Essa lista vai pro Edu Gaspar e pro Tite, sempre que necessário, se é que entende o que quero dizer. Mais alguns passos e estou em frente à rouparia dizendo bom dia pro Seu Carlos, Edizio, Roberto e Seu Miranda, que já estão com tudo pronto para a viagem. Esses são os caras que mais trabalham no clube.

Chego no vestiário e a roupa de treino está me esperando no armário. Me troco, coloco o tênis e vou para o café da manhã.

É o Mancha e a Priscila que cuidam da cozinha. Não preciso nem pedir, o Mancha já sabe exatamente o que quero comer. Pão francês, queijo branco e três fatias de peito de peru, unidos e esquentados na chapa. Um copo de suco de laranja e outro de iogurte. Enquanto espero o lanche ficar pronto, sento na mesa com o Douglas, Tufão.

Sem falar nada, fico escutando as histórias da mesa ao lado, onde estão Julio Cesar, Cássio, Danilo e o “já morreu”, os quatro goleiros do elenco. Os três mais velhos estão sacaneando o Caique, que tem apenas 18 anos. Dou risada e entro na brincadeira até terminar minha refeição. Logo em seguida vou para a academia fazer as posturas de alongamento.

Penso estar fazendo a digestão enquanto alongo as pernas. Passo uns 15 minutos ali, mudando as posições e dando ênfase ao adutor esquerdo que sofreu um pouco mais essa semana. Assim que me sinto pronto, vou para a bicicleta. Mais 10 minutos de aquecimento, quase uma lubrificação para os joelhos e me sinto pronto para o leg press.

Enquanto isso vejo o pessoal chegando. A maioria reunida no café, conversando e rindo com o preparador físico Fábio Mascheradian, que tem como costume gritar muito de manhã. Agora já virou piada, mas esse cara é irritante e se ele te pegar para Cristo, consegue te tirar do sério, de tão alta que sai a sua voz.

Passo na mesa extensora, depois faço uma série de agachamento e volto para o vestiário para trocar o tênis pela chuteira. Vejo o pessoal sacaneando o Romarinho, que esqueceu a calça jeans para viajar. Parece que não é a primeira vez rs

Os 20 jogadores relacionados para o jogo são chamados na sala de vídeo. O Tite nos recebe, mostra três lances do nosso jogo contra o Botafogo pelo primeiro turno e nos alerta para as dificuldades. A reunião é rápida, não dura nem 5 minutos.

Quando o relógio aponta para as 10h, o Fábio abre o berreiro e ninguém consegue ficar no recinto. Revoltados com aquela gritaria desnecessária, seguimos o nosso destino, xingando-o muito, até o campo de aquecimento.

Mais uma vez no dia, percebo que existe uma rotina, um padrão.

Roda de bobinho com três jogadores no meio. Os mais novos são os escolhidos para começar no “bobo”.  Quando conseguimos dar 20 toques sem que os três do meio encostem na bola, eles são obrigados a ficar mais uma vez ali.

Passamos uns 10 minutos dando risada e nos divertindo com as tentativas e grandes lances que acontecem espontaneamente naquele espaço. Apelidos são inventados do nada e histórias surgem com facilidade. Fica nítida a intimidade e a amizade do grupo.

Mais uma vez o Fábio dá o comando e começamos a nos alongar. Depois ele nos leva para um circuito, com quatro estações repletas de cones, para que façamos exercícios em alta velocidade.

Todo dia anterior ao jogo é a mesma coisa, mudam os exercícios mas o princípio é ativar as fibras rápidas da musculatura e prepará-las para o jogo do dia seguinte.

Uma vez terminada a parte física, vamos direto para um jogo.

Com quatro gols (traves) e divididos em dois times, duelamos por mais 15 minutos. Não é como o tradicional rachão, o treino tem intensidade e competição apesar de ainda fazer parte do aquecimento. Quem dá esse trabalho é o Cleber Xavier, auxiliar do técnico Tite, que durante todo esse tempo estava caminhando lá do outro lado do CT, no campo principal.

É para lá que vamos quando acaba o jogo dos quatro gols. Chegou a hora do principal trabalho do dia, o treino tático com os 11 titulares, que dura mais ou menos 1 hora.

Uma vez posicionados, refazemos todos os movimentos que já conhecemos decor. Cinturão, Funil, só bloqueia, embala e devolve, concentração, taquinho de golfe, pé de pelica, dá-lhe bundasso rs. Parece estranho mas essas são algumas das expressões do Tite e estamos tão acostumados que sabemos exatamente o que ele está pedindo. Depois vêm as bolas paradas, posicionamento e mais dicas e sugestões do que poderá acontecer no jogo de amanhã.

Somos liberados para fazer o complemento que quisermos. Uns partem para a cobrança de pênalti, outros para fazer trabalho especifico de passe ou de cabeceio. Eu e o Alessandro partimos direto para o balde de gelo, onde ficamos 7 minutos imersos até a cintura, numa temperatura próxima a 5 graus. Serve para acelerar a recuperação e relaxar o corpo depois da atividade física. A maioria dos jogadores não gosta mas nós fazemos pelo menos 2 ou 3 vezes por semana.

Sei que o almoço está marcado para o meio dia e a saída do ônibus para o aeroporto será às 12:45h.

Trato de tomar banho e me arrumar. Todos estão acostumados e nunca temos problema com esses horários.

As mesas no almoço são compostas quase sempre pelas mesmas pessoas. Me parece que há um Q de superstição no ar, mesmo que seja inconsciente. O mesmo acontece com as poltronas no ônibus. Cada um tem a sua e ai de quem tentar mudar de lugar durante o ano.

Ao chegar no aeroporto, já sabemos o que nos espera. Uma loucura. Demos de cara com uma excursão, repleta de jovens que pedem autógrafos e fotos. Uns são mais assediados que outros e acho que hoje o Cássio, o Romarinho e o Paulinho foram os que mais tiraram fotos.

O vôo é normal, sentamos próximos uns dos outros, atendemos alguns pedidos de fotos dos tripulantes e comissários e aguardamos impacientes a chegada ao RJ. A maioria dos jogadores coloca aquele fone gigante e ouve música. Alguns dormem e outros lêem revistas ou livros. Este é meu caso, empolgado com as histórias do Rafa Nadal.

40 minutos depois, pousamos em Santos Dumont e somos levados por uma empresa privada que faz o traslado de todos os clubes da série A que vêm jogar no Rio.

Neste momento recebo a programação e o horário das atividades e refeições. É sempre a mesma coisa mas não custa reiterar.

Reunião às 18:40h para falar do adversário. Jantar às 19h. Café da noite às 22h.

Agora já são 22:30h, e o meu quarto encheu. Tinha uns 12 jogadores por aqui e eu tô culpando o Romarinho por isso. Concentramos juntos desde que ele chegou ao clube e encho o saco dele porque ele tem a mania de deixar a porta aberta.

O pessoal que estava no corredor, tomando o café, escutou a nossa TV e entrou pra ver o que era. Estavámos assistindo UFC e comentando sobre as lutas.

Agora começou a bagunça aqui. Estão me zuando porque estou escrevendo. Então vou terminar o texto e ficar de olho na TV. Não sou um apaixonado por lutas mas acho que vai ser uma boa distração.

E que venha o domingo.... o jogo... e o carro no CT. 

Abs,

P.A 

 


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TAGS: corinthians, campeonato brasileiro,

 

Postado por Paulo André em 24/09/2012 às 12:33h


Paulo André lamenta empate no Rio e recusa descanso no final do Brasileiro

Em oitavo no Brasileiro, o Corinthians voltará a campo no próximo domingo contra o Sport no Pacaembu.

 

Por Terceiro Tempo

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O zagueiro corintiano Paulo André disse que o empate em 2 a 2 contra o Botafogo não foi bom para o time paulista, que vencia até os 29min do segundo tempo, mas permitiu um gol do holandês Seedorf.

“Jogar contra o Botafogo no Rio e fazer um ponto é bom”, comentou o zagueiro. “Mas, pelas circunstâncias do jogo, por termos atacado bastante, os três pontos talvez fosse o melhor para nós.”

Mas, graças a um lance envolvendo o zagueiro, o Corinthians poderia ter saído com um resultado adverso no Engenhão. (...)

 

Por Terceiro Tempo

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O zagueiro corintiano Paulo André disse que o empate em 2 a 2 contra o Botafogo não foi bom para o time paulista, que vencia até os 29min do segundo tempo, mas permitiu um gol do holandês Seedorf.

“Jogar contra o Botafogo no Rio e fazer um ponto é bom”, comentou o zagueiro. “Mas, pelas circunstâncias do jogo, por termos atacado bastante, os três pontos talvez fosse o melhor para nós.”

Mas, graças a um lance envolvendo o zagueiro, o Corinthians poderia ter saído com um resultado adverso no Engenhão. No primeiro tempo, ele tocou o botafoguense Elkeson que caiu dentro da área. A torcida carioca reclamou muito de pênalti, que o juiz Sandro Meia Ricci não marcou.

Sem muitas aspirações no Campeonato Brasileiro, o Corinthians se prepara para o Mundial de Clubes que disputará no Japão em dezembro. Mas Paulo André disse que não pretende ser poupado na reta final do Nacional e que vê as próximas rodadas como uma forma de ganhar mais ritmo de jogo.

O zagueiro ficou muito tempo machucado no começo do ano. “Vou jogar”, garantiu ele. ”No máximo, saio para treinar um pouco mais. Fiquei quase o primeiro semestre inteiro parado e tenho que jogar agora para melhorar.”

Em oitavo no Brasileiro, o Corinthians voltará a campo no próximo domingo contra o Sport no Pacaembu.


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Postado por Paulo André em 01/10/2012 às 10:49h


Futebol e Arte

 

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Aproveitando a folga na última sexta-feira pela manhã, resolvi visitar a exposição das obras de Caravaggio no MASP, em São Paulo. Esse era o último final de semana e eu não podia deixar escapar. Na semana anterior eu já havia passado pela Pinacoteca do Estado para apreciar, por indicação de um amigo, a obra de Carlos Cruz-Diez, um venezuelano sensacional. Ele me convenceu a ir até lá dizendo que eu teria uma aula de luz para quando fosse fazer minhas próprias telas. (muy amigo né rs)

Aproveitei e visitei também o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) onde acontece, até o dia 5/10, a exposição: “O Impressionismo - Paris e a Modernidade”. Pra falar a verdade, eu já havia visto essas obras no Museu d’Orsay em Paris, logo que cheguei na França em 2006. Mas como naquela época eu não conhecia nada de arte, era apenas um turista, resolvi me dar uma segunda chance para, com um pouco mais de conhecimento, aproveitar e apreciar o programa com uma amiga que faz das artes, sua paixão e profissão.

Enquanto eu passeava pelas telas, me lembrei da analogia que alguns narradores faziam quando diziam que o gol é uma pintura, e o drible, uma obra de arte (ou vice-versa). Comecei a sorrir ao me ver nos tempos de criança, imaginando “artistas” criando e improvisando novos movimentos, desenhando telas e inventando jogadas que ficariam eternizadas na mente e no coração do povo. 

Eu era uma criança feliz porque na Copa de 90, sempre que o Brasil fazia um gol, além da festa e da comemoração, eu ficava aguardando impaciente a assinatura do jogador que aparecia no canto inferior da tela (alguém lembra disso?). Aquilo pra mim era arte (...)

 

 

Aproveitando a folga na última sexta-feira pela manhã, resolvi visitar a exposição das obras de Caravaggio no MASP, em São Paulo. Esse era o último final de semana e eu não podia deixar escapar. Na semana anterior eu já havia passado pela Pinacoteca do Estado para apreciar, por indicação de um amigo, a obra de Carlos Cruz-Diez, um venezuelano sensacional. Ele me convenceu a ir até lá dizendo que eu teria uma aula de luz para quando fosse fazer minhas próprias telas. (muy amigo né rs)

Aproveitei e visitei também o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) onde acontece, até o dia 5/10, a exposição: “O Impressionismo - Paris e a Modernidade”. Pra falar a verdade, eu já havia visto essas obras no Museu d’Orsay em Paris, logo que cheguei na França em 2006. Mas como naquela época eu não conhecia nada de arte, era apenas um turista, resolvi me dar uma segunda chance para, com um pouco mais de conhecimento, aproveitar e apreciar o programa com uma amiga que faz das artes, sua paixão e profissão.

Enquanto eu passeava pelas telas, me lembrei da analogia que alguns narradores faziam quando diziam que o gol é uma pintura, e o drible, uma obra de arte (ou vice-versa). Comecei a sorrir ao me ver nos tempos de criança, imaginando “artistas” criando e improvisando novos movimentos, desenhando telas e inventando jogadas que ficariam eternizadas na mente e no coração do povo. 

Eu era uma criança feliz porque na Copa de 90, sempre que o Brasil fazia um gol, além da festa e da comemoração, eu ficava aguardando impaciente a assinatura do jogador que aparecia no canto inferior da tela (alguém lembra disso?). Aquilo pra mim era arte!

Mal sabia eu que alguns anos depois, passaria a me aventurar pelos campos, como profissional, e pelas telas, com grande teimosia. Digo isso porque jamais imaginei que fosse capaz de pintar. Nunca soube, e confesso que ainda não sei, desenhar uma casinha ou uma árvore. 

Mas continuo tentando. 

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E hoje, como um pintor assumidamente medíocre, devo confessar que o que mais ganhei com esse hobby foi a chance de conhecer um pouco mais sobre a história e os movimentos artísticos pelo mundo. Parece esquisito um jogador de futebol gostar disso mas enxergo enigmas, mensagens subliminares, entendo os movimentos e relaciono tudo com a situação política e social da época. Ou seja, pra mim é um grande parque de diversão. Agora, convenhamos, por mais que eu me interesse por isso, não há nada que supere minha paixão e admiração pelo jogo de futebol. E foi exatamente isso que passou pela minha cabeça quando me deparei com “O Armário de Roupas Brancas”, de Édouard Vuillard. 

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Enquanto a minha amiga entendida de arte olhava aficionada para o quadro, meus pensamentos viajavam para um lugar distante, muito distante dali.

Minha memória me transportou para o ano de 2004, quando visitei um amigo norte-americano, apaixonado por futebol brasileiro, em Washington D.C. Lá estava eu, na casa do Jack, sem ter o que fazer porque toda a família tinha saído para trabalhar. Comecei a fuçar nos vídeos e encontrei sua coleção especial de jogos das Copas do Mundo. Resolvi assisti-las numa sequência cronológica, desde 1970. 

Nas minhas andanças pelos jogos antigos, fiquei encantado ao assistir a todos os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 70 pois tinha curiosidade de assistir um jogo inteiro do Pelé. Pelé é Pelé mas também perdia bola, também chutava por cima do gol. Fiquei aliviado por saber disso. Juro que não imaginava, tamanha adoração...

Percebi o sufoco que foi para a Seleção de 70 (considerada a melhor de todos os tempos) enfrentar a Inglaterra de Bob Chalton e comemorei ao ver o gol de Jairzinho que garantiu a vitória do Brasil por 1 a 0, pois na minha opinião a Inglaterra estava melhor na partida. Depois da final contra a Itália, vencida por 4 a 1, coloquei as fitas da Copa do Mundo de 1974 e fiquei estupefato com a Laranja Mecânica dirigida por Rinus Mitchel. Aquela equipe era orquestrada por Yohann Cruiff, que jogava de tudo. Líbero, meio campo e atacante. Acho que foi por meio da seleção holandesa, ou à partir dela, que começamos a praticar o estilo de futebol que se joga hoje em dia. 

Outra coisa que me dei conta é que o futebol evolui drasticamente a cada quatro anos. O jogo se transforma, as táticas, valências físicas e estratégias se modificam completamente de um mundial para outro. Apesar de as regras do jogo continuarem (em suma) as mesmas, parece que o mundo do futebol descobre um novo caminho das pedras para se chegar ao gol ou para bloquear o adversário. Seja na velocidade dos jogadores, na quantidade de trocas de passe, na ousadia dos dribles e triangulações, no treinamento de bolas paradas, na compactação do time ou na sincronização dos movimentos, há sempre uma grande e visível diferença.

Enquanto eu assistia a incrível seleção brasileira de 1982, Jack chegou. Viu aquela bagunça na sala e perguntou o que acontecera ali. Eu me espantei quando percebi que haviam se passado 8 horas desde que ele me deixara sozinho...

Foi quase o mesmo sentimento que tive quando minha amiga me cutucou... Não sei quanto tempo ela passou admirando aquela “obra de arte”, só sei que foi ali que resolvi escrever esse texto e comparar as duas coisas.

No futebol, assim como na arte, cada um busca a perfeição por caminhos diferentes, cada época vê o belo de uma forma distinta. Alguém duvida que todos esses grandes times atingiram seus respectivos belos? Mais do que isso, se considerarmos que cada geração tem características, objetivos e culturas diferentes, quem ousaria cravar que um é mais belo que o outro? Seria como comparar Leonardo Da Vinci com Picasso, ou Renoir com Van Gogh. Renascimento, Cubismo, Impressionismo ou Expressionismo. Épocas distintas, movimentos diferentes... 

Ainda assim, todos são considerados mestres, incomparáveis e geniais.

Abs,

P.A


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TAGS: paulo andré, futebol, arte, copa de 70, copa de 74, seleção brasileira, CCBB, MASP,

 

Postado por Paulo André em 11/10/2012 às 13:31h


Corinthians vira contra Flamengo e fica a uma vitória da folga

 

Por Gazeta Press

Foto: Rodrigo Coca (Foto arena)

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 O Corinthians se recuperou no Campeonato Brasileiro ao vencer o Flamengo, na noite desta quarta-feira, 10 de outubro, no estádio do Pacaembu. Depois de ter saído atrás no placar, o Timão virou no segundo tempo e saiu de campo com o placar positivo por 3 a 2, ficando ainda mais perto da prometida folga antes do Mundial de Clubes.

O estreante Renato Santos aproveitou posição duvidosa para inaugurar a contagem no Pacaembu. Porém, na etapa final, Edenílson aproveitou cruzamento de Fábio Santos para igualar. Pouco depois, Paulo André subiu mais que a zaga em cobrança de escanteio e colocou o Alvinegro na frente. Já no fim, Emerson Sheik deixou sua marca, depois de ter cumprido cinco jogos de suspensão. Porém, nos acréscimos, Liedson fez seu gol.

Com o resultado positivo, o Corinthians chegou ao sétimo lugar com 42 pontos, apenas três a menos da meta estabelecida pelo técnico Tite (...)

 

Por Gazeta Press

Foto: Rodrigo Coca (Foto arena)

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O Corinthians se recuperou no Campeonato Brasileiro ao vencer o Flamengo, na noite desta quarta-feira, 10 de outubro, no estádio do Pacaembu. Depois de ter saído atrás no placar, o Timão virou no segundo tempo e saiu de campo com o placar positivo por 3 a 2, ficando ainda mais perto da prometida folga antes do Mundial de Clubes.

O estreante Renato Santos aproveitou posição duvidosa para inaugurar a contagem no Pacaembu. Porém, na etapa final, Edenílson aproveitou cruzamento de Fábio Santos para igualar. Pouco depois, Paulo André subiu mais que a zaga em cobrança de escanteio e colocou o Alvinegro na frente. Já no fim, Emerson Sheik deixou sua marca, depois de ter cumprido cinco jogos de suspensão. Porém, nos acréscimos, Liedson fez seu gol.

Com o resultado positivo, o Corinthians chegou ao sétimo lugar com 42 pontos, apenas três a menos da meta estabelecida pelo técnico Tite. Quando o time alcançar o objetivo do treinador, alguns titulares serão liberados para dias de descanso. A partida marcou as estreias de Chiquinho e Anderson Polga, que entraram no segundo tempo, enquanto Zizao ficou mais uma vez no banco. O Rubro-negro, por sua vez, ainda está ameaçado pela parte de baixo da tabela, pois é o 14º, com 35.

Os dois clubes voltam a campo na noite de sábado. Às 18h30 (de Brasília), o Flamengo recebe o Cruzeiro, no Engenhão. Já às 21 horas, o Corinthians vai ao Canindé para encarar a Portuguesa.

O jogo: O Corinthians iniciou a partida tentando pressionar a saída de bola dos visitantes. Assim, aos quatro minutos, Felipe recebeu bola recuada e precisou driblar Romarinho no sufoco para afastar. Ao apostar em uma formação mais defensiva, o Flamengo recorreu às faltas para frear os avanços dos donos da casa.

Diante de um sistema defensivo atento, Emerson abriu na direita para Edenílson, que cruzou na primeira trave, de onde Alessandro apareceu para cabecear, ao lado da meta. Na primeira resposta do clube rubro-negro, aos 17, Renato Abreu arriscou da intermediária e assustou Cássio, pois a bola passou perto da trave.

Com pouca criatividade no meio-campo e sentindo a falta de Danilo, lesionado, o Corinthians teve de buscar alternativas na bola parada. Douglas bateu falta na primeira trave e viu a defesa tirar.

Pouco depois, o Alvinegro chegou com sua melhor oportunidade na etapa inicial. Douglas cobrou escanteio para a entrada da pequena área, onde Paulo André subiu livre para cabecear. A bola quicou no gramado e subiu em direção ao gol, mas Felipe se esticou para espalmar.

O Flamengo deixou clara sua intenção de aguardar apenas momentos de pouco risco para se aventurar na frente. Único atacante rubro-negro de ofício escalado no início do confronto, Vagner Love tentou passar para Léo Moura na área e viu a defesa tirar no meio do caminho. Mas o rebote sobrou para Ibson, que carimbou a marcação.

Ao se deparar com a pouca inspiração dos donos da casa, o Flamengo abriu a contagem, aos 29 minutos. Ibson cobrou falta de longe, nas costas da defesa corintiana, e Renato Santos chegou para emendar de primeira com o pé direito, sem dar chance a Cássio. Os corintianos reclamaram bastante da posição do zagueiro, que se aproveitou de lance duvidoso.

Animado com a vantagem, Ibson tentou fazer um gol-olímpico e obrigou Cássio a trabalhar. Já no fim da etapa, o Corinthians lutou em busca do empate. A defesa do Flamengo afastou errado na entrada da área e deixou de presente para Wallace, que arrematou para fora. No lance seguinte, em falta da meia-direita, Douglas cobrou por cima da barreira e viu Felipe salvar o Flamengo com uma ótima defesa.

As equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo e, na primeira oportunidade depois do intervalo, Edenílson fez jogada individual pela direita, invadiu a área e caiu, pedindo pênalti, mas o árbitro considerou o lance normal. Instantes depois, Emerson não conseguiu alcançar cobrança de escanteio.

A postura da equipe alvinegra no início do segundo tempo já deixava a Fiel torcida impaciente. Tite até chamou Giovanni para conversar, na intenção de colocá-lo em campo. Mas, antes da substituição, o Timão acordou e empatou, aos 15. Aproveitando saída errada de bola dos visitantes, Fábio Santos avançou pela esquerda e cruzou na pequena área para Edenílson, que deu um carrinho para estufar as redes.

Com o gol, o treinador desistiu de colocar o jovem meia-atacante na partida. Aos 21, o Corinthians quase virou. Fábio Santos apareceu pela direita, tabelou na entrada da área e saiu de frente para Felipe. O chute cruzado tinha destino certo, mas o goleiro espalmou com as pontas dos dedos.

Ao perceber que sua equipe ficou abalada com o gol, Dorival Júnior fez duas mudanças. Ibson e Léo Moura foram substituídos por Wellington Bruno e Adryan. No entanto, as alterações não foram suficientes para evitar a virada. Aos 29, Douglas cobrou escanteio e Paulo André cabeceou da pequena área para balançar as redes.

Na jogada seguinte, Wellington Bruno mandou no travessão, mas o árbitro assinalou impedimento na jogada. Com a vantagem, a Fiel começou a pedir a entrada de Zizao, que ficou como opção no banco pela terceira vez desde que chegou ao clube. Mas Tite não se sensibilizou e promoveu a estreia de outro jogador, Chiquinho, que entrou no lugar de Romarinho.

Outra substituição foi Guilherme Andrade no posto de Guilherme. Já no Flamengo, Amaral saiu para ceder lugar a Liedson. Em um rápido contragolpe, Emerson chegou com liberdade pela esquerda e chutou perto da trave. Aos 41, Cleber Santana fez o gol, mas foi flagrado em impedimento. Nos minutos finais, até Anderson Polga fez sua estreia, no lugar de Douglas, e Zizao terá de aguardar por mais tempo. Aos 44, Emerson Sheik recebeu livre na área, em contragolpe, e mandou para as redes. Nos acréscimos, Liedson diminuiu, mas não havia tempo para mais nada.

 


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TAGS: Corinthians, Campeonato Brasileiro, Flamengo,

 

Postado por Paulo André em 25/10/2012 às 16:29h


Quadro comemorativo do pentacampeonato corintiano é vendido e valor será doado ao IPA

 

Tintas, bolas, uma tela em branco e um time campeão. Esses foram os materiais usados por Paulo André, que ataca de pintor nas horas de folga, para realizar mais um trabalho artístico, sendo este com a missão de eternizar o título de Campeão Brasileiro do Corinthians em 2011.

A ideia inicial surgiu num almoço do zagueiro com o artista plástico Romero Britto e, ao final do Brasileirão do ano passado, tomou forma no CT do Corinthians, onde Paulo André recrutou todo o time para deixarem suas marcas douradas sobre a tela, utilizando os pés de jogadores como Alex, Liedson, Adriano, Ralf, Paulinho e as mãos do goleiro Julio Cesar.

A obra acaba de ter sua venda concretizada no valor de 12 mil reais por um torcedor do Timão. O valor será revertido integralmente para o Instituto Paulo André (IPA), instituição fundada pelo zagueiro e voltada para atender crianças e adolescentes carentes de Campinas (SP).

Quer saber como que o quadro foi feito? Assista ao vídeo gravado pelo Globo Esporte, que acompanhou todo o processo criativo dos craques!

 

 

Tintas, bolas, uma tela em branco e um time campeão. Esses foram os materiais usados por Paulo André, que ataca de pintor nas horas de folga, para realizar mais um trabalho artístico, sendo este com a missão de eternizar o título de Campeão Brasileiro do Corinthians em 2011.

A ideia inicial surgiu num almoço do zagueiro com o artista plástico Romero Britto e, ao final do Brasileirão do ano passado, tomou forma no CT do Corinthians, onde Paulo André recrutou todo o time para deixarem suas marcas douradas sobre a tela, utilizando os pés de jogadores como Alex, Liedson, Adriano, Ralf, Paulinho e as mãos do goleiro Julio Cesar.

A obra acaba de ter sua venda concretizada no valor de 12 mil reais por um torcedor do Timão. O valor será revertido integralmente para o Instituto Paulo André (IPA), instituição fundada pelo zagueiro e voltada para atender crianças e adolescentes carentes de Campinas (SP).

Quer saber como que o quadro foi feito? Assista ao vídeo gravado pelo Globo Esporte, que acompanhou todo o processo criativo dos craques!

 


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