
Sábado, dia 29/10, o Instituto Paulo André vai realizar mais uma entrega da campanha \"Cesta do Bem\". Estamos auxiliando famílias em vulnerabilidade social que se encontram em dificuldade para alimentar seus filhos.
É muito fácil ajudar. Basta doar qualquer quantia para uma das contas abaixo. Nós compramos as cestas padronizadas, escolhemos as famílias e fazemos a distribuição. No mês passado entregamos 100 cestas e beneficiamos cerca de 400 pessoas. Qualquer doação pode significar mais uma cesta!
Conto com vocês,
Abs
P.A
Quem eles querem aterrorizar? O que essa atitude representa? Onde eles querem chegar?
Não sei, não consigo responder essas perguntas. Me sinto incapaz de enxergar ou entender qual a verdadeira intenção desse ato.
O que me veio à mente enquanto pensava sobre isso foi uma citação bem conhecida:
“Há quatro coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada, a ocasião perdida e o tempo passado”.
A flecha lançada é a agressão consumada. Não voltará atrás e será uma mancha para sempre na história do futebol brasileiro, que é considerado sinônimo de alegria em todo planeta, menos em nosso próprio país.
A palavra pronunciada representa o que se falou sobre o assunto nas últimas horas, conversas de botequim, debates nos programas esportivos, ideias, julgamentos, condenações. No geral, assim como esse texto, são palavras ao vento, que não nos levarão a lugar algum se não tomarmos atitudes severas.
O terceiro item da frase acima é a ocasião perdida. E é aqui que mora o perigo. Rogo piamente para que não percamos a oportunidade de usar esse triste acontecimento em prol de algo concreto para um futuro melhor. Para isso, gostaria que o Ministério Público aparecesse, assim como “apareceu” ou quis aparecer nas semi-finais do Campeonato Paulista em que pediu aos atletas que ficassem intercalados com os rivais durante a execução do Hino Nacional (aliás e por mera coincidência, ocorreu no mesmo final de semana em que a vítima perdeu o pênalti contra o maior rival e teve sua equipe desclassificada na competição). Na época disseram que aquele fato se disseminaria pelo mundo todo em segundos, representando a paz nos estádios brasileiros. Ledo engano!
Onde está o sindicato para servir-se dessa idiotice, unir a classe e mostrar a ela a importância de mudanças e exigências para que sejamos respeitados, primeiro como seres humanos e depois como profissionais de um esporte que movimentou no Brasil, só em 2010, mais de 1,7 bilhão de reais?
E por último o tempo passado, que, apesar de não voltar, poderá fazer essa estúpida atitude se reproduzir em maior escala e com maior frequência caso não sejamos rigorosos em punir os culpados e em cobrar os senhores que podem modificar essa triste realidade.
Acordemos já, o futebol brasileiro tem muito a perder ou a ganhar!